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Artigos

1 Autor: Cássio Thyone Almeida de Rosa - Incluido em 23/04/2013 22:07:39; Atualizado em 23/04/2013 22:07:39 PERÍCIA CRIMINAL: A ÚLTIMA FRONTEIRA DA ELITIZAÇÃO DA JUSTIÇA?
2 Autor: Neri Tadeu Camara Souza - Incluido em 30/12/2005 12:36:53; Atualizado em 30/12/2005 12:36:53 ERRO MÉDICO E CIRURGIA PLÁSTICA
3 Autor: Neri Tadeu Camara Souza - Incluido em 30/12/2005 12:17:27; Atualizado em 30/12/2005 12:17:27 ERRO MÉDICO E 2005
4 Autor: NERI TADEU CAMARA SOUZA - Incluido em 07/07/2004 21:32:36; Atualizado em 07/07/2004 21:32:36 ERRO MÉDICO E RESPONSABILIDADE CIVIL
5 Autor: Paulo Roberto Silveira - Incluido em 10/05/2004 00:16:33; Atualizado em 10/05/2004 00:20:41 O QUE É HEMORRAGIA SUBARACNÓIDEA
6 Autor: Neri Tadeu Camara Souza - Incluido em 04/05/2004 03:06:45; Atualizado em 30/07/2008 22:53:40 ERRO MÉDICO E CONSENTIMENTO INFORMADO
7 Autor: Malthus Galvão e Gilberto Carvalho - Incluido em 25/10/2003 13:50:58; Atualizado em 30/07/2008 19:52:58 CONHECIMENTO SOBRE COMPETÊNCIAS DOS PROFISSIONAIS DA ODONTOLOGIA
8 Autor: José Galba de Meneses Gomes - Incluido em 13/09/2003 23:00:38; Atualizado em 13/09/2003 23:01:39 SALA DE ESPERA: ESTUDO DA PERCEPÇÃO DOS USUÁRIOS DE CLÍNICAS ODONTOLÓGICAS
9 Autor: Neri Tadeu Camara Souza - Incluido em 03/09/2003 00:37:41; Atualizado em 05/10/2003 19:28:13 ERRO MÉDICO E PRESCRIÇÃO
10 Autor: Antônio Carlos Rodrigues da Cunha - Incluido em 10/08/2003 18:44:52; Atualizado em 10/08/2003 18:48:15 EPIDEMIA DE LAQUEADURAS - POUCA INFORMAÇÃO
11 Autor: Robson Tadeu de Castro Maciel - Incluido em 05/08/2003 09:13:24; Atualizado em 05/08/2003 09:34:58 FATORES DE RISCO NA OCORRÊNCIA DE LESÕES FACIAIS EM TRABALHADORES “OFFSHORE”
12 Autor: Neri Tadeu Camara Souza - Incluido em 13/07/2003 16:05:56; Atualizado em 24/07/2003 16:06:14 EUTANÁSIA - ASPECTOS JURÍDICOS
13 Autor: Neri Tadeu Camara Souza - Incluido em 03/06/2003 15:21:30; Atualizado em 16/03/2011 00:42:57 ERRO MÉDICO E DANO MORAL
14 Autor: Paulo Roberto Silveira - Incluido em 21/03/2003 15:13:53; Atualizado em 21/03/2003 15:13:53 O QUE SE DEVE SABER SOBRE O EXAME NEUROLÓGICO
15 Autor: Paulo Roberto Silveira - Incluido em 21/03/2003 15:07:37; Atualizado em 21/03/2003 15:09:06 COMO FAZER O EXAME PSIQUIÁTRICO
16 Autor: Neri Tadeu Camara Souza - Incluido em 30/01/2003 21:28:24; Atualizado em 24/07/2003 16:08:39 ERRO MÉDICO E O NOVO CÓDIGO CIVIL
17 Autor: Paulo Roberto Silveira - Incluido em 22/11/2002 20:03:38; Atualizado em 22/11/2002 20:06:26 O QUE SE DEVE SABER SOBRE A EPILEPSIA NA INFÂNCIA
18 Autor: Paulo Roberto Silveira - Incluido em 16/10/2002 23:52:14; Atualizado em 16/10/2002 23:52:14 PARA ENTENDER O ELETROENCEFALOGRAMA (E.E.G.)
19 Autor: Elza Maria de Araújo Conceição - Incluido em 11/10/2002 08:59:59; Atualizado em 11/10/2002 08:59:59 PARECER CFO - INCINERAÇÃO DE PRONTUÁRIOS DE PACIENTES DE CLÍNICAS ODONTOLÓGICAS DAS INSTITUIÇÕES DE ENSINO
20 Autor: Paulo Roberto Silveira - Incluido em 20/09/2002 22:58:10; Atualizado em 05/10/2002 14:31:48 PSICOSE ORGÂNICA
21 Autor: Paulo Roberto Silveira - Incluido em 06/08/2002 10:58:10; Atualizado em 06/08/2002 10:58:10 CONCEITO E CLASSIFICAÇÃO DAS EPILEPSIAS
22 Autor: Paulo Roberto Silveira - Incluido em 06/08/2002 10:40:16; Atualizado em 06/08/2002 10:40:16 O QUE DEVEMOS SABER SOBRE A EPILEPSIA?
23 Autor: Gilberto Paiva de Carvalho - Incluido em 22/07/2002 09:16:20; Atualizado em 22/07/2002 09:21:08 AVALIAÇÃO DE PRONTUÁRIOS CLÍNICOS EM ODONTOLOGIA
24 Autor: Jocemara Marcondes Gomes - Incluido em 04/07/2002 00:26:29; Atualizado em 04/07/2002 00:28:17 CONSENTIMENTO ESCLARECIDO
25 Autor: Genival Veloso de França - Incluido em 27/06/2002 20:47:38; Atualizado em 27/06/2002 20:47:38 DEVERES DE CONDUTA EM ANESTESIA PERIDURAL
26 Autor: Genival Veloso de França - Incluido em 25/06/2002 11:51:38; Atualizado em 21/09/2002 23:16:29 DANO CORPORAL DE NATUREZA ADMINISTRATIVA(*)
27 Autor: Genival Veloso de França - Incluido em 25/06/2002 11:43:21; Atualizado em 25/06/2002 11:43:21 AS RAZÕES DO CÓDIGO DE ÉTICA MÉDICA DE 1988 (*)
28 Autor: Jocemara Marcondes Gomes - Incluido em 23/06/2002 12:29:29; Atualizado em 23/06/2002 12:31:46 RESPONSABILIDADE CIVIL ODONTOLÓGICA E OS INSTITUTOS DE REPRESENTAÇÃO DO CONSUMIDOR
29 Autor: Genival Veloso de França - Incluido em 16/06/2002 19:06:28; Atualizado em 16/06/2002 19:06:28 OS RISCOS DA MEDICINA BASEADA EM EVIDÊNCIAS
30 Autor: Genival Veloso de França - Incluido em 16/06/2002 19:00:51; Atualizado em 19/09/2007 21:14:09 O CÓDIGO DO CONSUMIDOR E SUAS IMPLICAÇÕES ÉTICO-LEGAIS NO EXERCICÍO MÉDICO
31 Autor: Cléber Bidegain Pereira, C.D. - Incluido em 02/05/2002 20:14:34; Atualizado em 14/05/2002 16:47:47 ENTREVISTA SOBRE INFORMÁTICA APLICADA À ODONTOLOGIA
32 Autor: Genival Veloso de França - Incluido em 30/04/2002 07:57:35; Atualizado em 21/09/2002 23:17:51 NOS LIMITES DO FIM DA VIDA: UM ITINERÁRIO DE CUIDADOS (*)
33 Autor: Malthus Fonseca Galvão - Incluido em 02/04/2002 02:09:27; Atualizado em 02/04/2002 02:09:27 PERÍCIA CRIMINAL ODONTOLÓGICA – ATO DO CIRURGIÃO-DENTISTA
34 Autor: Genival Veloso de França - Incluido em 16/03/2002 21:43:17; Atualizado em 16/03/2002 21:43:17 POLÍTICA DE PREVENCIÓN DEL RIESGO DE MALA PRAXIS
35 Autor: Genival Veloso de França - Incluido em 12/02/2002 23:26:43; Atualizado em 12/02/2002 23:29:22 SOCIALIZACIÓN DEL RIESGO MÉDICO (*)
36 Autor: Genival Veloso de França - Incluido em 12/02/2002 23:18:32; Atualizado em 12/02/2002 23:19:23 UM AUTOR E SUA PREOCUPAÇÃO COM AS TOXICOFILIAS
37 Autor: Genival Veloso de França - Incluido em 12/02/2002 23:10:17; Atualizado em 12/02/2002 23:11:36 DEBERES DE CONDUCTA DE LOS PROFESIONALES DE LA SALUD
38 Autor: Genival Veloso de França - Incluido em 27/12/2001 21:37:28; Atualizado em 21/07/2008 13:25:33 DEVERES DE CONDUTA DO PERITO E DO AUDITOR
39 Autor: Roberto Lauro Lana - Incluido em 27/12/2001 13:07:27; Atualizado em 27/12/2001 13:07:27 "MANAGED CARE" - ALGUNS ASPECTOS POLÊMICOS
40 Autor: Neri Tadeu Camara Souza - Incluido em 17/12/2001 10:26:36; Atualizado em 13/07/2003 16:24:40 RESPONSABILIDADE CIVIL DO HOSPITAL
41 Autor: Malthus Fonseca Galvão - Incluido em 16/12/2001 20:53:07; Atualizado em 16/12/2001 20:53:07 MODELO DE FICHA DE INFORMAÇÃO SOBRE DESAPARECIDOS
42 Autor: Malthus Fonseca Galvão - Incluido em 16/12/2001 20:20:24; Atualizado em 16/12/2001 20:21:31 DÚVIDAS MAIS FREQÜENTES SOBRE NECROPSIA E SEPULTAMENTO
43 Autor: Malthus Fonseca Galvão - Incluido em 16/12/2001 19:47:27; Atualizado em 16/12/2001 19:47:27 IMPORTÂNCIA DO CIRURGIÃO DENTISTA NOS IML
44 Autor: Carlos Fernando Mathias de Souza  - Incluido em 13/12/2001 21:36:46; Atualizado em 15/12/2001 21:20:54 DIREITO E BIOÉTICA
45 Autor: Genival Veloso de França - Incluido em 10/12/2001 21:55:34; Atualizado em 02/05/2002 20:19:17 POLÍTICA DE PREVENÇÃO DE RISCO DE ERRO MÉDICO (*)
46 Autor: Genival Veloso de França - Incluido em 10/12/2001 21:37:39; Atualizado em 10/12/2001 21:37:39 DIREITO DE VIVER E DIREITO DE MORRER
47 Autor: Genival Veloso de França - Incluido em 09/12/2001 09:18:48; Atualizado em 09/12/2001 09:18:48 A AUTONOMIA DO PACIENTE NO CÓDIGO DE ÉTICA MÉDICA
48 Autor: Genival Veloso de França - Incluido em 09/12/2001 08:48:16; Atualizado em 09/12/2001 08:48:16 OS LIMITES DO ATO MÉDICO
49 Autor: Tânia Maria Borges - Incluido em 02/12/2001 15:37:00; Atualizado em 02/12/2001 15:37:56 FASES PSÍQUICAS DO PACIENTE TERMINAL
50 Autor: Cléber Bidegain Pereira, C.D. - Incluido em 28/11/2001 23:26:33; Atualizado em 15/12/2001 21:56:53 IMPLICAÇÕES LEGAIS DO USO DO COMPUTADOR NA ODONTOLOGIA
51 Autor: Cléber Bidegain Pereira, C.D. - Incluido em 28/11/2001 23:21:40; Atualizado em 28/11/2001 23:21:40 LEGABILIDADE DOS ARQUIVOS ELETRÔNICOS III
52 Autor: Corrêa,J.; Bidegain,C.P.; Gribel, M.N.; Zampiere,F. - Incluido em 28/11/2001 23:15:35; Atualizado em 21/09/2002 23:10:02 LEGABILIDADE DOS ARQUIVOS ELETRÔNICOS
53 Autor: Mario Perez Gimenez - Incluido em 27/11/2001 08:51:35; Atualizado em 28/11/2001 01:09:50 GERENCIAMENTO DE RISCO EM SAÚDE
54 Autor: Roberto Lauro Lana - Incluido em 19/11/2001 14:03:11; Atualizado em 23/11/2001 04:19:42 POR QUE UM SEGURO DE RESPONSABILDADE MÉDICA?
55 Autor: Waldir Grec - Incluido em 17/11/2001 20:10:27; Atualizado em 17/11/2001 20:14:19 APOSTANDO NUMA NOVA RELAÇÃO COM CONVÊNIOS E CREDENCIAMENTOS
56 Autor: Genival Veloso de França - Incluido em 13/11/2001 11:40:49; Atualizado em 17/11/2001 22:06:02 CLONAGEM HUMANA - ASPECTOS ÉTICOS
57 Autor: Juíza Sandra de Santis - Incluido em 12/11/2001 10:50:24; Atualizado em 12/11/2001 10:50:24 SENTENÇA POR QUEIMAR VIVO GALDINO
58 Autor: Genival Veloso de França Filho - Incluido em 11/11/2001 19:31:21; Atualizado em 11/11/2001 19:31:21 EXAME EM DNA - MEIO DE PROVA
59 Autor: Genival Veloso de França - Incluido em 10/11/2001 22:23:33; Atualizado em 11/11/2001 19:27:26 A PERÍCIA EM CASOS DE TORTURA
60 Autor: Genival Veloso de França - Incluido em 10/11/2001 12:13:39; Atualizado em 10/11/2001 12:15:41 PROCEDIMENTOS DEGRADANTES CONTRA PACIENTES
61 Autor: Genival Veloso de França - Incluido em 10/11/2001 12:09:41; Atualizado em 10/11/2001 12:09:41 SEGREDO MÉDICO
62 Autor: Genival Veloso de França - Incluido em 10/11/2001 12:05:22; Atualizado em 10/11/2001 12:05:22 O PACIENTE QUE VAI MORRER - DIREITO DE SABER A VERDADE
63 Autor: Genival Veloso de França - Incluido em 09/11/2001 23:16:26; Atualizado em 17/11/2001 21:58:33 A VIDA HUMANA UMA LÓGICA MÉDICO-LEGAL
64 Autor: Genival Veloso de França - Incluido em 09/11/2001 23:10:51; Atualizado em 23/11/2003 17:10:11 TRATAMENTO ARBITRÁRIO
65 Autor: Genival Veloso de França - Incluido em 09/11/2001 23:07:03; Atualizado em 10/11/2001 08:27:10 POLÍTICA DE PREVENÇÃO DO ERRO MÉDICO
66 Autor: Genival Veloso de França - Incluido em 09/11/2001 23:03:27; Atualizado em 10/11/2001 22:09:37 O PRINCÍPIO DA AUTONOMIA E O CÓDIGO DE ÉTICA MÉDICA
67 Autor: Luciano Maia - Incluido em 09/11/2001 20:08:41; Atualizado em 10/11/2001 21:18:16 TORTURA NO BRASIL: A BANALIDADE DO MAL
68 Autor: Sérgio Kalili - Incluido em 05/11/2001 02:23:55; Atualizado em 05/11/2001 02:29:36 DOM QUIXOTE
69 Autor: Genival Veloso de França - Incluido em 05/11/2001 02:08:39; Atualizado em 05/11/2001 02:08:39 CIRURGIA PLÁSTICA: OBRIGAÇÃO DE MEIO OU DE RESULTADO?
70 Autor: Genival Veloso de França - Incluido em 05/11/2001 01:34:06; Atualizado em 05/11/2001 01:36:42 INTERVENÇÕES FETAIS - UMA VISÃO BIOÉTICA
71 Autor: Genival Veloso de França - Incluido em 02/11/2001 12:32:23; Atualizado em 02/11/2001 12:33:08 EM FAVOR DO DIREITO MÉDICO
72 Autor: Genival Veloso de França - Incluido em 02/11/2001 12:21:58; Atualizado em 02/11/2001 12:22:48 O CONSENTIMENTO DO PACIENTE
73 Autor: Genival Veloso de França - Incluido em 02/11/2001 12:17:21; Atualizado em 02/11/2001 12:17:21 O CONSENTIMENTO E A PESQUISA
74 Autor: Genival Veloso de França - Incluido em 02/11/2001 12:12:19; Atualizado em 02/11/2001 12:13:19 DEVERES DE CONDUTA DAS ENTIDADES PRESTADORES DE SERVIÇOS MÉDICOS
75 Autor: Genival Veloso de França - Incluido em 02/11/2001 12:05:01; Atualizado em 02/11/2001 12:05:01 ABORTO - BREVES REFLEXÕES SOBRE O DIREITO DE VIVER
76 Autor: Genival Veloso de França - Incluido em 02/11/2001 10:47:02; Atualizado em 13/11/2001 11:37:21 CLONAGEM HUMANA PARA FINS TERAPÊUTICOS
77 Autor: Genival Veloso de França - Incluido em 02/11/2001 00:56:54; Atualizado em 02/11/2001 00:57:44 PROMOÇÃO PESSOAL: COMO O FAZÊ-LO DE FORMA ÉTICA?
78 Autor: Genival Veloso de França - Incluido em 02/11/2001 00:46:59; Atualizado em 02/11/2001 00:46:59 DOAÇÃO DE ÓRGÃOS DE ANENCÉFALOS
79 Autor: Genival Veloso de França - Incluido em 02/11/2001 00:41:34; Atualizado em 02/11/2001 00:41:34 SOBREVIVÊNCIA PRIVILEGIADA
80 Autor: Genival Veloso de França - Incluido em 02/11/2001 00:33:36; Atualizado em 02/11/2001 00:33:36 O ATO ANESTÉSICO E SUA NATUREZA JURÍDICA
81 Autor: Genival Veloso de França - Incluido em 02/11/2001 00:05:16; Atualizado em 02/11/2001 00:05:16 DEONTOLOGIA MÉDICA E BIOÉTICA
82 Autor: Paulo Roberto Silveira - Incluido em 01/11/2001 19:14:01; Atualizado em 01/11/2001 19:14:01 O TRATAMENTO CLÍNICO E CIRÚRGICO DAS EPILEPSIAS
83 Autor: Paulo Roberto Silveira - Incluido em 01/11/2001 18:57:19; Atualizado em 01/11/2001 18:59:19 POLÍTICAS E ESTRATÉGIAS DE SAÚDE NO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE, DE SAÚDE PÚBLICA E DE SAÚDE MENTAL
84 Autor: Diaulas Costa Ribeiro - Incluido em 01/11/2001 11:31:29; Atualizado em 17/07/2004 00:26:12 O CRIME DE ESTUPRO E O TRANSEXUAL
85 Autor: Diaulas Costa Ribeiro - Incluido em 01/11/2001 11:08:16; Atualizado em 01/11/2001 11:24:30 EUTANÁSIA: VIVER BEM NÃO É VIVER MUITO
86 Autor: Gilberto Paiva de Carvalho - Incluido em 30/10/2001 03:50:07; Atualizado em 30/10/2001 04:09:05 COMO ESCOLHER UM PRONTUÁRIO DIGITAL
87 Autor: Paulo Roberto Silveira - Incluido em 25/10/2001 20:47:59; Atualizado em 25/10/2001 20:47:59 TRANSTORNOS MENTAIS E DO COMPORTAMENTO DE ORIGEM PROFISSIONAL
88 Autor: Paulo Roberto Silveira - Incluido em 25/10/2001 20:29:48; Atualizado em 17/07/2004 00:14:49 AS EPILEPSIAS
89 Autor: Paulo Roberto Silveira - Incluido em 25/10/2001 19:51:16; Atualizado em 01/11/2001 00:29:24 DOENÇAS PSIQUIÁTRICAS E NEUROLÓGICAS DO MERGULHADOR
90 Autor: Paulo Roberto Silveira - Incluido em 25/10/2001 19:42:04; Atualizado em 17/07/2004 00:24:43 TRAUMA RAQUIMEDULAR
91 Autor: Paulo Roberto Silveira - Incluido em 25/10/2001 15:57:31; Atualizado em 25/10/2001 16:04:46 EPILEPSIA NA CRIANÇA
92 Autor: Paulo Roberto Silveira - Incluido em 23/10/2001 11:55:15; Atualizado em 17/07/2004 00:11:10 NEUROPATIAS PERIFÉRICAS DE ORIGEM TÓXICA
93 Autor: Malthus Fonseca Galvão - Incluido em 12/10/2001 21:31:00; Atualizado em 25/01/2004 00:59:25 TEMPO DE GUARDA DO PRONTUÁRIO ODONTOLÓGICO - PARECER TÉCNICO AO MS
94 Autor: Malthus Fonseca Galvão - Incluido em 12/10/2001 21:11:30; Atualizado em 17/07/2004 00:11:55 COMPOSIÇÃO ESQUEMÁTICA DO PRONTUÁRIO ODONTOLÓGICO
95 Autor: Malthus Fonseca Galvão - Incluido em 12/10/2001 20:23:18; Atualizado em 12/10/2001 20:23:18 PRONTUÁRIO ODONTOLÓGICO
96 Autor: Malthus Fonseca Galvão - Incluido em 12/10/2001 19:57:50; Atualizado em 17/12/2001 19:25:21 SUGESTÃO DE CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS ODONTOLÓGICOS
97 Autor: Malthus Fonseca Galvão - Incluido em 12/10/2001 17:14:24; Atualizado em 12/10/2001 17:14:24 PROFILAXIA DA ENDOCARDITE BACTERIANA
98 Autor: Malthus Fonseca Galvão - Incluido em 12/10/2001 13:32:49; Atualizado em 12/10/2001 13:36:06 BIOSSEGURANÇA E SUAS REPERCUSSÕES LEGAIS
99 Autor: Genival Veloso de França - Incluido em 12/10/2001 02:51:36; Atualizado em 12/10/2001 02:51:36 DEVERES DE CONDUTA DOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE
100 Autor: Genival Veloso de França - Incluido em 12/10/2001 02:43:27; Atualizado em 12/10/2001 02:43:27 DEBERES DE CONDUCTA DE LAS ENTIDADES PRESTADORAS DE SERVICIOS DE SALUD
101 Autor: Fábio Miajyma - Incluido em 12/10/2001 02:36:10; Atualizado em 12/10/2001 02:36:10 ASPECTOS FUNDAMENTAIS DA VALIDADE JURÍDICA DAS PROVAS EM DNA
102 Autor: Rogério Nogueira de Oliveira - Incluido em 11/10/2001 21:22:08; Atualizado em 12/10/2001 23:37:39 CONTRIBUIÇÃO DA ODONTOLOGIA LEGAL À IDENTIFICAÇÃO POST-MORTEM
103 Autor: Genival Veloso de França - Incluido em 11/10/2001 03:43:51; Atualizado em 11/10/2001 03:43:51 UM CONCEITO ÉTICO DE MORTE
104 Autor: Genival Veloso de França - Incluido em 11/10/2001 03:28:40; Atualizado em 11/10/2001 03:32:32 DECÁLOGO ÉTICO DO PERITO
105 Autor: Genival Veloso de França - Incluido em 11/10/2001 03:22:02; Atualizado em 11/10/2001 03:22:02 AVALIAÇÃO DO DANO CORPORAL DE NATUREZA TRABALHISTA
106 Autor: Genival Veloso de França - Incluido em 10/10/2001 13:54:48; Atualizado em 10/10/2001 14:00:01 DESASTRES DE MASSA - SUGESTÕES PARA UM ITINERÁRIO CORRETO DE AUXÍLIOS
107 Autor: Rafael Nichele - Incluido em 09/10/2001 03:01:24; Atualizado em 09/10/2001 03:01:24 O CÓDIGO DO CONSUMIDOR E A COMPETÊNCIA TERRITORIAL DAS AÇÕES - UM NOVO ENFOQUE
108 Autor: Rafael Nichele - Incluido em 09/10/2001 02:40:09; Atualizado em 09/10/2001 02:40:09 A INVERSÃO DO ÔNUS DA PROVA NO CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR - RESTRIÇÕES QUANTO A SUA APLICAÇÃO
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127 Autor: Genival Veloso de França - Incluido em 08/10/2001 21:07:04; Atualizado em 08/10/2001 21:07:04 PRONTUÁRIO MÉDICO
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130 Autor: Genival Veloso de França - Incluido em 08/10/2001 20:45:49; Atualizado em 08/10/2001 20:46:53 PACIENTE TERMINAL
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137 Autor: Genival Veloso de França - Incluido em 08/10/2001 19:51:25; Atualizado em 08/10/2001 19:51:25 ENGENHARIA GENÉTICA - ASPECTOS MÉDICO-LEGAIS
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139 Autor: Genival Veloso de França - Incluido em 08/10/2001 19:37:23; Atualizado em 09/10/2001 03:13:52 DOAÇÃO DE ÓRGÃOS DE ANENCÉFALOS
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141 Autor: Genival Veloso de França - Incluido em 08/10/2001 19:23:21; Atualizado em 08/10/2001 19:23:21 EXAME DE DNA - MEIO DE PROVA
142 Autor: Neri Tadeu Camara Souza - Incluido em 30/09/2001 16:57:06; Atualizado em 24/07/2003 16:09:27 O CONSENTIMENTO INFORMADO NA ATIVIDADE MÉDICA E A AUTONOMIA DO PACIENTE
143 Autor: Neri Tadeu Camara Souza - Incluido em 30/09/2001 01:41:23; Atualizado em 24/07/2003 16:11:20 RESPONSABILIDADE CIVIL NO ERRO MÉDICO
144 Autor: Neri Tadeu Camara Souza - Incluido em 30/09/2001 01:12:14; Atualizado em 24/07/2003 16:11:52 RESPONSABILIDADE PENAL DO MÉDICO
145 Autor: Neri Tadeu Camara Souza - Incluido em 30/09/2001 00:59:28; Atualizado em 24/07/2003 16:12:30 O DANO ESTÉTICO NA ATIVIDADE DO MÉDICO
146 Autor: Neri Tadeu Camara Souza - Incluido em 30/09/2001 00:45:01; Atualizado em 24/07/2003 16:13:02 ANTICONCEPÇÃO CIRÚRGICA VOLUNTÁRIA - SUA EVOLUÇÃO LEGAL
147 Autor: Neri Tadeu Camara Souza - Incluido em 30/09/2001 00:33:07; Atualizado em 24/07/2003 16:13:36 PRINCÍPIOS GERAIS DA DEFESA DO CONSUMIDOR
148 Autor: Deíla Barbosa Maia - Incluido em 25/09/2001 00:02:13; Atualizado em 01/11/2001 01:10:23 ERRO MÉDICO EM QUESTÃO
149 Autor: José Geraldo de Freitas Drumond - Incluido em 24/09/2001 23:53:43; Atualizado em 24/09/2001 23:58:09 BIOÉTICA E DIREITO MÉDICO
150 Autor: José Geraldo de Freitas Drumond - Incluido em 24/09/2001 23:36:18; Atualizado em 24/09/2001 23:44:00 A ORGANIZAÇÃO DA MEDICINA LEGAL NO BRASIL
151 Autor: José Geraldo de Freitas Drumond - Incluido em 24/09/2001 23:23:14; Atualizado em 24/09/2001 23:23:14 A DETERMINAÇÃO DA PATERNIDADE E A SACRALIZAÇÃO DOS EXAMES DE DNA
152 Autor: José Geraldo de Freitas Drumond - Incluido em 24/09/2001 23:18:33; Atualizado em 24/09/2001 23:18:33 O DIREITO DE SABER A VERDADE
153 Autor: Roberto Lauro Lana - Incluido em 24/09/2001 23:06:32; Atualizado em 24/09/2001 23:11:40 PORQUE UM SEGURO DE RESPONSABILIDADE MÉDICA?
154 Autor: Genival Veloso de França - Incluido em 21/09/2001 16:17:45; Atualizado em 11/10/2001 03:13:11 RISCOS OCUPACIONAIS DA EQUIPE DE SAÚDE - ASPECTOS ÉTICOS E LEGAIS
155 Autor: Genival Veloso de França - Incluido em 21/09/2001 15:57:42; Atualizado em 21/09/2001 15:57:42 A ALIENAÇÃO DA DOR
156 Autor: Genival Veloso de França - Incluido em 21/09/2001 15:47:46; Atualizado em 21/09/2001 15:47:46 EUTANÁSIA: DIREITO DE MATAR OU DIREITO DE MORRER
157 Autor: Genival Veloso de França - Incluido em 21/09/2001 14:56:00; Atualizado em 21/09/2001 15:00:56 TELEMEDICINA
158 Autor: CREMESP - Incluido em 21/09/2001 14:39:36; Atualizado em 21/09/2001 14:39:36 MANUAL DE ÉTICA PARA SITES DE MEDICINA E SAÚDE NA INTERNET
159 Autor: Genival Veloso de França - Incluido em 20/09/2001 23:53:12; Atualizado em 21/09/2001 00:07:37 AVALIAÇÃO E VALORAÇÃO MÉDICO-LEGAL DO DANO PSÍQUICO
160 Autor: Genival Veloso de França - Incluido em 20/09/2001 23:41:40; Atualizado em 13/10/2001 09:40:54 ANESTESIA: OBRIGAÇÃO DE MEIOS OU DE RESULTADOS?
161 Autor: Genival Veloso de França - Incluido em 20/09/2001 22:48:46; Atualizado em 15/07/2004 00:09:18 AIDS - UM ENFOQUE ÉTICO-POLÍTICO
162 Autor: Genival Veloso de França - Incluido em 20/09/2001 22:30:58; Atualizado em 11/10/2001 03:34:31 ABORTO EUGÊNICO - CONSIDERAÇÕES ÉTICO-LEGAIS
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  O QUE DEVEMOS SABER SOBRE A EPILEPSIA? preparar esta página para impressão

Paulo Roberto Silveira
Médico da Superintendência de Saúde Coletiva das Doenças Crônicas Degenerativas
Coordenador do Programa de Epilepsia da Secretaria Estadual de Saúde do Rio de Janeiro

Introdução

   A epilepsia é tão antiga quanto a própria humanidade, uma doença conhecida desde vários séculos antes de Cristo. Pela incidência, manifestações — por vezes dramáticas — e repercussões sociais que acarreta, vem atraindo a atenção de médicos e leigos há mais de dois mil anos.


Que é a epilepsia?

   Para compreendermos melhor o que é a epilepsia, vamos considerar o cérebro como uma espécie de máquina, cujas células são como fios elétricos conectados entre si e comunicando-se por impulsos elétricos. Quando esses fios (as células cerebrais) estão desencapados, causando curto-circuito, acontece a crise epiléptica. Se isso acontecer a alguém várias vezes, significa que a pessoa tem epilepsia, a doença que produz as crises. Uma crise é uma situação temporária, um período curto, no qual ocorrem descargas elétricas rápidas e fortes no cérebro.
   Se o distúrbio elétrico afeta somente parte do cérebro, o resultado é o que se chama de crise parcial. A forma mais comum de crise parcial é a chamada crise parcial complexa. A pessoa pode se sentir tonta, confusa, ver manchas à sua frente, ouvir ruídos. Pode mover braços e pernas descontroladamente e não ter consciência de suas ações ao final da crise. Este tipo de crise pode ser erroneamente considerado de origem emocional ou mental. Mas não é.
   Um outro tipo de crise parcial pode envolver a parte do cérebro que controla um grupo específico de músculos. O do braço direito, por exemplo. Neste caso, em uma crise, o braço direito pode ficar rígido e depois mover-se de forma incontrolável. Mas outros músculos não são afetados. Em alguns tipos de crise, o problema existe na parte do cérebro que controla as funções vitais automáticas. O resultado pode ser enjôo ou cólicas, ou uma alteração na freqüência do pulso. Tudo dependerá da parte do cérebro atingida.
   Quando o cérebro inteiro é afetado, o resultado é uma crise generalizada. Um tipo de crise generalizada é a chamada tonicoclônica, conhecida mais tradicionalmente como grande mal. Independente de nome, este é o tipo de crise que a maior parte das pessoas associa à epilepsia. Alguém que tenha uma crise de grande mal pode, subitamente, perder a consciência e cair. Todos os músculos tornam-se rígidos e o corpo começa a tremer. Após cerca de dois ou três minutos, que parecem ser muito mais longos, o tremor termina. Na maioria das vezes, após descansar um pouco, a pessoa pode levantar-se e prosseguir com o que estava fazendo antes da crise.
   Um outro tipo de crise generalizada é a chamada ausência (pequeno mal). Essa crise pode ser muito rápida, a ponto de não ser notada. Pessoas com ausência olham para o nada à sua frente por alguns momentos, como se estivessem sonhando acordadas, e depois continuam a fazer o que estavam fazendo antes. Não há movimentos violentos de pernas ou de braços, mas a pessoa fica inconsciente por um breve período de tempo.
   Crises de ausência costumam durar poucos segundos mas, quando não tratadas, podem ocorrer muitas vezes ao dia.
   As crises aqui descritas são aquelas presenciadas com mais freqüência. Mas há alguns outros tipos de epilepsia e um médico pode dar mais detalhes.


O que causa epilepsia?

   Sabe-se que, na epilepsia, algumas células cerebrais estão descarregando, quando não deveriam. Mas muitas vezes não se sabe o porquê. Freqüentemente não há explicação óbvia para o fato de alguém ser portador de epilepsia.  A epilepsia pode aparecer após um traumatismo craniano ou ser causada por problemas na gravidez, Pode também surgir como efeito tardio de doenças infantis, como o sarampo, por exemplo. Deficiências nutricionais ou tumores cerebrais podem ser também a causa, embora raramente.
   No entanto, na maior parte dos casos, não é possível determinar especificamente a causa da doença. Quanto isto acontece, o problema é chamado epilepsia idiopática, o que significa que a causa não é conhecida.


Como o epiléptico deve se relacionar com os demais?

   É bom enfrentar o problema: a epilepsia vai alterar a vida do epiléptico. Mas não demais. Ele não poderá se tornar um piloto de avião, por exemplo, nem trabalhar desprotegido em alturas. Mas poderá ir à escola e à universidade. Não há por que essa pessoa não possa ser um médico, um advogado, um executivo ou até mesmo um jogador de futebol. Na verdade, há muito pouca coisa que ela não poderá fazer. As pessoas com epilepsia podem casar, ter filhos e levar vidas normais.
   Mesmo quando se é jovem, não há diferenças entre o epiléptico e outras pessoas de sua idade. Ele poderá namorar e se divertir em festas. Poderá ir à praia, passear com os amigos, etc.
   Seria útil que se formasse nas cidades grupos de ajuda mútua, como uma sociedade de epilepsia, na qual as pessoas afetadas pudessem aprender com os problemas e a experiência dos demais.


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Sabe-se que, na epilepsia, algumas células cerebrais estão descarregando, quando não deveriam. Mas muitas vezes não se sabe o porquê

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Pessoas com epilepsia

   É  surpreendente verificar o que pessoas com epilepsia podem fazer hoje. Há algumas no Congresso, outras trabalhando como físicos. Elas sobem montanhas, praticam esportes profissionais, dançam balé e até voam de asa delta. Não há razão para que a epilepsia deva impedir uma pessoa de levar uma vida ativa.
   Algumas pessoas famosas da História, grande generais, como Júlio César, Alexandre Magno e Napoleão Bonaparte; grandes escritores como Fedor Dostoievski, Gustave Flaubert e Dante Alighieri tinham epilepsia. Alfred Nobel — dos prêmios Nobel — era epiléptico. E, da mesma forma, tinham epilepsia Peter Tchaikovski, Vincent Van Gogh, Buda e São Paulo.


Sobre a medicação

   O médico escolhe o medicamento de acordo com a idade, condição física e tipo de crise do epiléptico. É importante que a pessoa com epilepsia tome a sua medicação regularmente, sempre de acordo com a receita médica. Na infância, os pais tomam conta de medicação do filho epiléptico. Quando adulto, ele próprio deverá assumir essa responsabilidade.
   É bom lembrar que o medicamento não vai curar a epilepsia, mas ajuda a eliminar as crises ou a reduzir o seu número. Algumas vezes, a medicação termina completamente com as crises, por muitos meses. Isto não significa que a epilepsia esteja curada. A pessoa não deve deixar de tomar a medicação ou diminuir a dosagem. Somente um médico pode decidir sobre isso. O epiléptico pode ajudar o seu médico, agendando quaisquer crises para melhor informá-lo.
   Embora seja importante o consumo regular dos remédios, perder uma dose não é um problema enorme. É só tomar a próxima dose na hora certa. Se houver dificuldade em se lembrar do horário da próxima dose, é bom preparar todas as doses antes, marcando as horas ao lado.


Dieta, exercício, atividades

   Uma pessoa com epilepsia necessita do mesmo tipo de dieta que todas as outras deveriam utilizar. Não há necessidade especial de vitaminas ou minerais por causa da epilepsia. Exercício é bom para todos. Porém, se a pessoa não tem estado ativa, deve começar aos poucos.
   A maior parte dos médicos permite que um paciente com crises bem controladas vá nadar em piscina ou no mar, desde que haja um bom nadador por perto. Esportes onde não há grande risco, como tênis ou futebol, são provavelmente mais seguros do que mergulhar, andar a cavalo ou esquiar. Na verdade, quanto mais uma pessoa com epilepsia participar de atividades com os amigos, tanto melhor.


A adolescência

   Ser adolescente é difícil. Ser adolescente com epilepsia é um pouco mais difícil. Mas não impossível. A maior fonte de problemas para a maioria dos adolescentes é a sua vida social. Como já mencionamos, a epilepsia não é nada que possa causar vergonha. Nada para se esconder. É melhor para o jovem explicar a sua situação aos amigos. No início eles podem ficar surpresos, mas acabarão aceitando essa pessoa como um deles, com a diferença de que ela, por acaso, tem epilepsia. Não há razão para a epilepsia impedir esse jovem de sair para o clube, namorar e viver bem. Apenas não é bom exagerar. Muitas pessoas com epilepsia têm crises mais freqüentes quando estão cansadas ou após dormirem mal.


Epilepsias fotossensíveis

   A fotossensibilidade reflete a capacidade se de produzir uma resposta fotoparoxística no eletroencefalograma (EEG). Isto pode ser obtido através da fotoestimulação intermitente (FEI). É encontrada em 9% das crianças normais e em 2,7% dos adolescentes normais. A resposta fotoparoxística é mais comum nas meninas do que nos meninos e consiste na descarga generalizada, geralmente pontas ou complexos poli-pontas-ondas, registradas em todas as regiões do cérebro durante a fotoestimulação intermitente.
   Para ser especialmente estimuladora, a fonte luminosa dever provocar estímulos com ritmo de 11 a 20 Hz.
   A prevalência da epilepsia fotossensível na população entre cinco e 24 anos é ao redor de um em cada 100 mil. Dentre a população epiléptica, 4% a 5% dos indivíduos podem responder com crises à fotoestimulação. A maioria dos indivíduos que têm fotossensibilidade não apresenta crises clínicas induzidas pelo estímulo luminoso’.
   As crises costumam ser generalizadas (tonicoclônicas, mioclônicas ou ausências).
   As epilepsias fotossensíveis são divididas em:

Epilepsia fotossensível pura – as crises ocorrem somente como resposta à fotoestimulação intermitente. Ex.: epilepsia da TV, crises auto-induzidas.

Epilepsia com fotossensibilidade – as crises espontâneas ocorrem em adição aos ataques provocados pela luz. Ex.: epilepsia mioclônica juvenil, epilepsia com crises tonicoclônicas generalizadas do despertar. Os aspectos genéticos se concentram também nesta síndrome.


   A resposta fotoparoxística ao eletroencefalograma é encontrada em 40% dos irmãos de pacientes com epilepsia fotossensível (sempre mais nas irmãs e na mãe).


Epilepsia de TV

   A televisão é a forma mais comum de estímulo desencadeador da espilepsia fotossensível pura.
   Muitas crianças gastam horas em frente à TV ou nas telas de computador e videogame. A tela da TV emite luz na freqüência elétrica. Por exemplo, de 50 Hz, no Leste Europeu, e de 60 Hz, no Brasil. Com isto, os raios catódicos desenvolvem-se sistematicamente sobre a tela, criando em geral 312 ou mais listras horizontais.
   A máxima estimulação se observa quando a TV produz 312 listras com freqüência de 25 Hz (freqüência principal 50 Hz), tendo a tela uma medida diagonal de 66 cm, e sendo vista a uma distância de 46 cm.
   A fotossensibilidade também depende da iluminação da sala. Assim, recomenda-se algumas práticas protetoras em pacientes com esse tipo de crise, descritas a seguir, segundo Wilkins.


Práticas protetoras para pacientes com epilepsia da TV
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Características estimuladoras   Recomendações
______________________________________________________________
Tamanho da tela                 Menor do que 30,5 cm
Distância da tela               Quatro vezes a largura da tela
Freqüência de estímulo          Bem iluminada difusamente
Visão binocular                 Visão monocular
______________________________________________________________


   O tratamento consta de três linhas de frente:

Reconhecer as características estimuladoras e evitá-las.
Adaptar-se às recomendações protetoras a respeito.
Medicação anticonvulsivante.

   O prognóstico é favorável, ocorrendo remissão em 75% dos pacientes até os 24 anos de idade.

__________________________________________________________________

A epilepsia não é uma condição que deva causar vergonha. O epiléptico pode ajudar a alterar as noções errôneas das outras pessoas

__________________________________________________________________


Dirigir

   Se as crises do epiléptico estiverem sob total controle, ele pode dirigir. O médico responsável é a pessoa mais indicada para aconselhar esse paciente. Se essa pessoa tem crises durante o dia ou se a sua medicação está sendo alterada, não pode dirigir, pois o risco de acontecer algum tipo de acidente será muito grande.


A faculdade e, depois, a luta por um emprego

   A maior parte das pessoas com epilepsia tem perfeita capacidade de freqüentar universidades e conseguir aprovação. O único cuidado é informar à escola, por meio de uma carta do médico, a respeito da medicação dessa pessoa.
   Quando se chega à questão do emprego, a melhor atitude é considerar o que a pessoa tem condições de fazer, levando em conta o grau das crises. Há vários órgãos governamentais que podem ajudar o paciente a ser treinado para o emprego apropriado, e a Coordenadoria Regional de Reabilitação Profissional do SUS existe para isto.


Casamento

   A primeira coisa que se deve saber é que a epilepsia, por si mesma, não tem nenhum efeito sobre a capacidade sexual de uma pessoa. Não há qualquer razão para que os que têm epilepsia deixem de usar pílulas anticoncepcionais.
  Um casamento é baseado em confiança. Quando um relacionamento começa a ficar sério, é necessário que haja completa honestidade e se conte ao companheiro, ou companheira, que se é portador de epilepsia, que se toma medicamentos, etc.
   E sobre os filhos? As chances de que os filhos de uma pessoa epiléptica venham a ter uma doença que produza crises são pequenas. A menos que ambos os pais venham de famílias com muitos membros epilépticos. Faz sentido procurar um médico para aconselhamento genético antes de se ter filhos.


Ajudando a entender

   Vale a pena repetir que a epilepsia não é uma condição que deva causar vergonha. O epiléptico pode ajudar a alterar as noções errôneas das outras pessoas. Se uma única pessoa entender que gente com epilepsia é semelhante a todos, então se estará fazendo a vida um pouco mais fácil para essas pessoas. Lembremo-nos de que qualquer ajuda, por pequena que pareça ser, é de grande valia.


Conclusão

   A epilepsia é uma doença nervosa, com manifestações ocasionais, súbitas e rápidas, entre as quais sobressaem convulsões e distúrbios da consciência. A etiologia da doença normalmente está dividida em duas categorias, e muitas são as manifestações das crises de epilepsia. O paciente deve submeter-se a cuidadosa avaliação diagnóstica para determinar os fatores causais e as circunstâncias precipitantes. O tratamento vai depender em muito da avaliação efetuada, além da análise do aspecto psicossocial do paciente com epilepsia.

_________________________
• Endereço para correspondência:
Dr. Paulo Roberto Silveira
Rua México 128, sala 406 - Centro
  20031-142  – Rio de Janeiro – RJ
• E-mails: epilepsia@saude.rj.gov.br
                  psilveira@saude.rj.gov.br




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