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Tecido pulmonar apresentando extensa área de necrose tissular com desaparecimento do arbabouço estrutural do órgão. O tecido necrótico apresenta, ainda, restos nucleares representados por núcleos em cariorexe (poeira nuclear). Nas margens desta lesão observa-se reação celular com a presença de uma célula gigante multinucleada (Célula de Langhans) (Obj. 20x).

<b>Conclusão: Necrose por caseificação.</b>  - Clique aqui para visualizar o Conjunto Alterações Celulares
Foto: Albino Verçosa de Magalhães - Patologia - UnB
Lâmina: 182
Órgão: Pulmão
Diagnóstico: Tuberculose


Tecido pulmonar apresentando extensa área de necrose tissular com desaparecimento do arbabouço estrutural do órgão. O tecido necrótico apresenta, ainda, restos nucleares representados por núcleos em cariorexe (poeira nuclear). Nas margens desta lesão observa-se reação celular com a presença de uma célula gigante multinucleada (Célula de Langhans) (Obj. 20x).

Conclusão: Necrose por caseificação.
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 Tecido encefálico apresentando desagregação de sua estrutura. Suas células apresentam-se necróticas, dissociadas e dispersas em um líquido incolor. As células necróticas exibem eosinofilia citoplasmática acentuada ou alterações nucleares de cariopicnose, cariorexe ou cariólise. (Obj. 20x)
Conclusão: Necrose por Liquefação.  Tecido pancreático apresentando área de necrose de seu parênquima com perda de substância. O tecido adiposo peri-pancreático exibe necrose extensa com saponificação da gordura, formando as lesões conhecidas como pingos de vela (Obj. 20x).
Conclusão: Necrose enzimática do pâncreas. Esteatonecrose da gordura peri-pancreática.  Tecido esplênico apresentando subversão de sua arquitetura devido à proliferação acentuada de células do Sistema Fagocítico Mononuclear (SFM) que se encontram extremamente volumosas e distendidas por um conteúdo eosinófilo homogêneo, às vezes finamente fibrilar, devido a acúmulo intracelular de glicocerebrosídio (Obj. 20x).
Conclusão: Doença de armazenamento (tesaurismose), com acúmulo de glicocerebrosídio.  Detalhe das células do Sistema Fagocítico Mononuclear (SFM) que se encontram extremamente volumosas e distendidas por um conteúdo eosinófilo homogêneo, às vezes finamente fibrilar, devido a acúmulo intracelular de glicocerebrosídio (Obj. 40x).
Conclusão: Doença de armazenamento (tesaurismose), com acúmulo de glicocerebrosídio.  Tecido renal apresentando túbulos contorcidos proximais que se acham revestidos por células volumosas, que reduzem o lúmen tubular e têm citoplasma claro, contendo vacúolos múltiplos e mal delimitados. Algumas células acham-se necróticas, estando desprovidas de núcleos ou com estes apresentando sinais de cariopicnose, cariorexe ou cariólise. Nota-se, ainda, a presença escassa de esferas intracelulares, eosinofílicas, homogêneas e vítreas resultantes da internalização de proteínas, contidas no lúmen tubular, devido ao aumento patológico da permeabilidade glomerular (Obj. 40x).
Conclusão: Tumefação celular e degeneração hialino-goticular das células dos túbulos renais.  Tecido renal apresentando células dos túbulos contorcidos proximais em variáveis estágios de necrose. Estas células apresentam-se eosinofílicas, desprovidas de núcleos ou com estes apresentando sinais de cariopicnose, cariorexe ou cariólise. Alguns túbulos apresentam desprendimento de suas celulas necróticas da membrana basal subjacente que, em seqüência, descamam para o lúmen tubular (tubulorexe) e passam a ser excretadas pela urina (Obj. 40x).
Conclusão: Necrose das células tubulares dos túbulos renais.  Tecido hepático apresentando numerosas estruturas esféricas, muitas delas anucleadas ou com alguns restos nucleares, dentro dos hepatócitos ou fora deles, inclusive dentro dos capilares sinusóides. Estas estruturas são eosinofílicas, granulosas, às vezes, parcialmente homogêneas e vítreas. Os demais hepatócitos apresentam graus variáveis de esteatose hepática (Obj. 40x). 
Conclusão: Corpúsculos de Councilman-Rocha Lima. Esteatose hepática.  Tecido hepático com suas células exibindo numerosos vacúolos esféricos de variados diâmetros - macrovacúolo (tipo A) e microvacúolo (tipo B, de Hartroft) - originalmente contendo gordura mas, neste material, apresentando um aspecto opticamente vazio, devido aos procedimentos histotecnológicos de preparo do material. Algumas células apresentam outra lesão, em localização paranuclear, com estrutura irregularmente filamentosa, hialina e vítrea (no centro), patognomônica do alcoolismo crônico (Obj. 40x).
Conclusão: Esteatose hepática e Corpúsculo hialino-alcoólico de Mallory.  Tecido pulmonar apresentando acúmulo de duas substâncias distintas: células do Sistema Fagocítico Mononuclear (SFM) repletas de pigmento castanho de hemossiderina e que se descamam para o lúmen alveolar (células do vício cardíaco) (à esquerda); depósito irregular de carvão que se apresenta como material enegrecido em situação tanto intra como extracelular (à direita) (Obj. 20x).
 
<B>Conclusão: Hemossiderose e Antracose.</b>  Tecido pulmonar apresentando depósito basofílico irregular de cálcio, em área previamente lesada do tecido (Obj. 20x).

<b>Conclusão: Calcificação distrófica.</b>  Tecido hepático apresentando acúmulo variável de bile que aparece como material castanho dentro dos hepatócitos e ao nível dos capilículos biliares que se mostram distendidos com o acúmulo desse material (Obj. 40x).

<b>Conclusão: Retenção de pigmentos biliares.</b>  Tecido hepático apresentando nas células de Kupffer acúmulo de pigmentos irregulares e enegrecidos, produto do metabolismo do Plasmodium falciparum, que infecta o paciente e que pode ser observado dentro de algumas hemácias. Células inflamatórias são observadas no interior dos capilares sinusóides. Alguns hepatócitos exibem graus variáveis de esteatose (Obj. 40x).

<B>Conclusão: Pigmento malárico.</b>  Tecido renal apresentando artéria de médio calibre exibindo necrose de todas as camadas do vaso com depósito de fibrina nos espaços intersticiais. Granulócitos neutrófilos também são observados na parede do vaso, sendo que a maioria deles encontra-se em vias de desintegração (Obj. 20x).

<b>Conclusão: Necrose fibrinóide da parede da artéria.</b>  Detalhe da artéria de médio calibre que exibe necrose de todas as camadas do vaso com depósito de fibrina nos espaços intersticiais. Granulócitos neutrófilos também são observados na parede do vaso, sendo que a maioria deles encontra-se em vias de desintegração (Obj. 40x).

<b>Conclusão: Necrose fibrinóide da parede da artéria.</b>  Tecido renal apresentando duas lesões características do rim do paciente diabético: ao nível de uma alça capilar glomérular observa-se a presença de estrutura esférica com as características de substância hialina, homogênea e vítrea (à esquerda); ao nível de uma arteríola nota-se espessamento de sua parede por um depósito de material igualmente hialino, homogêneo e vítreo (à direita) (Obj. 40x).

<b>Conclusão: Glomeruloesclerose intercapilar e Hialinose arteriolar.</b>  Tecido cardíaco apresentando anel da válvula mitral com depósito basofílico irregular de cálcio, em área previamente lesada do tecido (Obj. 10x).

<b>Conclusão: Calcificação distrófica do anel da mitral.</b>  Tecido cardíaco apresentando no pericárdio processo inflamatório com exsudação predominante de fibrina que se mostra constituída por fibrilas eosinófilas, hialinas, homogêneas e vítreas (Obj. 40x).

<b>Conclusão: Aspecto hialino da fibrina.</b>  Tecido renal apresentando espessamento da parede das arteríolas por um depósito de material hialino, homogêneo e vítreo ( Obj. 40x).

<b>Conclusão: Hialinose arteriolar.</b>  Tecido pulmonar apresentando depósito irregular de carvão que se apresenta como material enegrecido em situação tanto intra como extracelular (Obj. 40x).

<b>Conclusão: Antracose.</b>  Tecido hepático apresentando extensa necrose de seu parênquima com perda maciça das células hepáticas que ao desaparecerem levam à confluência dos capilares sinusóides que aparecem justapostos (Obj. 20x).

<b>Conclusão: Necrose submaciça dos hepatócitos.</b>  Tecido cardíaco apresentando nos séptos interfasciculares estrutura fusiforme constituída por zona central de necrose, com depósito de material fibrinóide, ladeada por células mononucleares constituindo o conjunto o nódulo reumático de Aschoff (Obj. 40x).

<b>Conclusão: Necrose fibrinóide reumática.</b>  Parede brônquica revestida por epitélio pseudo-estratificado cilíndrico ciliado apresentando moderada infiltração focal por células mononucleares, além de hiperemia ativa e edema moderados. A cartilagem brônquica exibe fenômenos degenerativo-necróticos associados à deposição de sais de cálcio (Obj. 20x).

<b>Conclusão: Calcificação distrófica da cartilagem brônquica.</b>  Tecido renal apresentando zona de tecido necrótico com preservação do arcabouço estrutural dos glomérulos e dos túbulos contorcidos ( Obj. 20x).

<b>Conclusão: Necrose por coagulação.</b>  Tecido hepático com suas células exibindo numerosos vacúolos esféricos de variados diâmetros - macrovacúolo (tipo A) e microvacúolo (tipo B, de Hartroft) - originalmente contendo gordura mas, neste material, apresentando um aspecto opticamente vazio, devido aos procedimentos histotecnológicos de preparo do material (Obj. 40x).

<b>Conclusão: Esteatose hepática.</b>  Tecido renal apresentando túbulos contorcidos proximais que se acham revestidos por células volumosas, que reduzem o lúmen tubular e têm citoplasma claro, contendo vacúolos múltiplos e mal delimitados. Algumas células acham-se necróticas estando desprovidas de núcleos ou com estes apresentando sinais de cariopicnose, cariorexe ou cariólise. (Obj. 40x).

<b>Conclusão: Tumefação celular das células dos túbulos renais.</b>  Parênquima pulmonar apresentando vasos capilares distendidos e cheios de sangue levando a moderado espessamento septal. Os alveólos encontram-se alargados contendo material amorfo de edema pobre em proteínas e algumas células mononucleares carregadas de pigmento castanho de hemossiderina (células do vício cardíaco) (Obj. 40x).

<b>Conclusão: Macrófagos contendo pigmento de hemossiderina.</b>  Tecido pulmonar apresentando extensa área de necrose tissular com desaparecimento do arbabouço estrutural do órgão. O tecido necrótico apresenta, ainda, restos nucleares representados por núcleos em cariorexe (poeira nuclear). Nas margens desta lesão observa-se reação celular com a presença de uma célula gigante multinucleada (Célula de Langhans) (Obj. 20x).

<b>Conclusão: Necrose por caseificação.</b>  Tecido hepático com suas células exibindo numerosos vacúolos esféricos de variados diâmetros - macrovacúolo (tipo A) e microvacúolo (tipo B, de Hartroft) - originalmente contendo gordura mas, neste material, apresentando um aspecto opticamente vazio, devido aos procedimentos histotecnológicos de preparo do material. (Obj. 40x).

<b>Conclusão: Esteatose hepática.</b>  Tecido hepático apresentando numerosas estruturas esféricas, muitas delas anucleadas ou com alguns restos nucleares, dentro dos hepatócitos ou fora deles, inclusive dentro dos capilares sinusóides. Estas estruturas são eosinofílicas, granulosas, às vezes, parcialmente homogêneas e vítreas. Estas alterações dos hepatócitos situam-se na região medio-zonal do lóbulo hepático (Obj. 20x).

<b>Conclusão: Corpúsculos de Councilman-Rocha Lima.</b>  Tecido hepático apresentando extensas áreas de necrose que são substituídas por áreas de neoformação conjuntiva (fibrose) que subvertem a arquitetura do órgão com a formação de ilhotas de hepatócitos circundadas por fibrose. No tecido conjuntivo neoformado observa-se a presença de processo inflamatório ainda em atividade (Obj. 20x).

<b>Conclusão: Cirrose hepática pós-hepatítica, em atividade.</b>  Pâncreas apresentando extensa área de necrose de seu parênquima com perda de substância. O tecido necrótico encontra-se edemaciado e acha-se invadido por hemácias e células mono e polimorfonucleares (Obj. 40x).

<b>Conclusão: Necrose enzimática do pâncreas.</b>  Linfonodo apresentando pequeno nódulo constituído pela fusão de granulomas tuberculóides. O nódulo apresenta-se constituído perifericamente por macrófagos, células epitelióides e célula gigante tipo Langhans e acha-se centrado por volumosa área de necrose caracterizada pela sua eosinofilia, desaparecimento dos contornos celulares e de seus núcleos e perda da arquitetura original dessa região do linfonodo (Obj. 40x).

<b>Conclusão: Necrose caseosa.</b>









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