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Índice
Antropologia Forense
Espécie
Sexo
Idade
Etnia
Estatura
Casos de Identificação Humana
Craniometria
Anatomia Aplicada
Cálculos em Antropologia
Fraturas Antigas ou Recentes
Papiloscopia
Escala com Número do Laudo
Cálculo das Cinturas
DNA
Cronotanatognose  

 
 
   quebra-cabeça do crânio
Espécie
Identificação da Espécie é também chamada identificação genérica.
Pode ser realizada por diferentes processos como pelos, ossos, imunológico e outros.


Espécie == Determinação da Espécie pelos Ossos ==

Determinação da Espécie pelos Ossos
  • Aspecto morfológico total
  • Aspecto radiográfico total
  • Forma das superfícies articulares
  • Imunológico
  • Histológico
  Humano Animal
Havers forma oval circular
Havers diâmetro 30 a 150 micras 20 a 25 (< 100 micras)
Havers densidade 8 a 10/mm2 13 a 55/mm2
Havers direção paralelo ao eixo longitudinal inclinado ao eixo longitudinal
Tecido laminar ósseo raro freqüente
     
Índice medular  0,45
feto = 0,15 a 0,48
> 0,5 (até 0,77)
Som à percussão abafado metálico
Peso/Densidade menor maior

    Índice medular = Diâmetro mínimo do conduto medular / Diâmetro diafisário mínimo



Espécie == Determinação da Espécie pelos Ossos ==

Ossos de capivara

 
Neste caso, recebemos diversos ossos aparentemente animais. Uma consulta a um Professor de Medicina Veterinária indicou se tratar de restos de capivara - Hydrochoerus hydrochaeris.
Espécie == Determinação da Espécie pelos Ossos ==

Espécie animal por macroscopia

 

Espécie == Determinação da Espécie pelos Pelos ==

Determinação da Espécie pelos Pelos

  Pelo Humano Pelo Animal
Canal medular Rede aérea finamente granulosa
Células medulares invisíveis, sem dissociação
Índice medular inferior a 0,3
Lanugem fetal desprovida de medula
Conteúdo aéreo vesicular mais ou menos volumoso
Células medulares bem aparentes
Índice medular superior a 0,5
Medula escalonada ou monoliforme
Cortical Forma canal calibroso
Pigmento finamente granulado e homogêneo
Forma cilindro oco delgado
Pigmentos granulados sempre maiores que os humanos

Cutícula Escamas delgadas, pouco salientes, e muito imbricadas Escamas grossas, salientes e pouco imbricadas
Lambert e Balthazard (1910)


Pelos Animais
Cavalo pelo de cavalo
Cordeiro pelo de cordeiro
Ovelha pelo de ovelha
Lebre pelo de lebre
Rato doméstico pelo de rato doméstico
Gato doméstico

 

pelo de gato doméstico
Balthazard (1910)

Sexo

Sexo pela bacia
Aspecto Homem Mulher
Estreito superior Andróide Ginecóide
Ângulo sub-pubiano Fechado < 70 Aberto >80
Chanfradura isquiática Estreita Larga
Buraco obturador Ovalar Triangular
Crista ilíaca S bem pronunciado S discreto
Largura do acetábulo > 45 mm < 45 mm
Asa ilíacas Altas, verticais Baixas, horizontais

 

Sexo pelo crânio
Aspecto Homem Mulher
Aparência Grosseira Delicada
Glabela Rugosa Plana
Arcos supra-orbitários Salientes Discretos
Bordos Orbitários Arredondados Cortantes
Contorno frontal Inclinado Elevado
Processos mastoideos Grandes e rugosos Pequenos e lisos
Côndilos occipitais Longos e delgados Curtos e grossos
Inion Proeminente Discreto
Linhas nucais Rugosas Planas
Mento Quadrado Pontiagudo


À esquerda crânio masculino; à direita feminino.

 

Sexo por fragmentos ósseos
Medida Homem Mulher
Cabeça do úmero  >40 mm <35 mm
Cabeça do rádio  >20 mm <20 mm
Cabeça do fêmur  >45 mm <40 mm
Diáfise do fêmur  >31 mm <27 mm
Largura do Atlas  >73 mm <72 mm
Calcificações costais  periférica  central

Largura superior do sacro, comprimento e largura da 1ª vértebra sacra - (Fonte: Vanrell)



Diâmetro vertical e transverso da cabeça do fêmur (Galvão & Vitória in Vanrell)


distância ilíaca ântero-superior/tubérculo púbico - (Fonte: Vanrell)



Diâmetro vertical do acetâbulo - (Fonte: Vanrell)


Incisura isquiática maior (corda e profundidade) - (Fonte: Vanrell)



Diâmetros condílicos e do forame magno - (Fonte: Vanrell)


Idade

Idade pelas superfícies dos corpos vertebrais
Característica idade
Desaparecimento das estrias juvenis, epífises anulares intimamente aderidas 25 a 35 anos
Bordos com osteófitos 35 a 40 anos
Bicos de papagaios 40 a 50 anos
Sindesmófitos acima de 50

 

Idade pela sínfise pubiana
Característica idade
Sulcos e ressaltos amplos 18 a 19 anos
Aparecimento do bordo posterior, sulcos e ressaltos menos amplos 22 a 24 anos
Delimitação das extremidades 25 a 30 anos
Aspecto granular da superfície, delimitação do bordo anterior 30 a 35 anos
Ossificação ligamentar 36 a 39 anos
Superfície inativa 40 a 44 anos
Formação de lábios nos bordos 45 a 50
Ossificações erráticas, rarefações ósseas 50 ou mais

 

Idade pelos corpos vertebrais
Característica idade
Estrias juvenis no contorno do corpo 14 a 17 anos
Estrias menos pronunciadas, ausência de soldadura da epífise anular 18 a 20
Soldadura das epífises 20 a 25 anos

 

Idade pela erupção dentária
  Abramovicz Arey Ernestino Garn F Garn M Logan
11min 63 72 72 67 71 84
11max 93 96 120 106 108 96
12min 63 84 84 76 82 96
12max 114 108 144 121 127 108
13min 105 108 108 100 108 132
13max 144 144 180 164 173 144
14min 87 120 96 86 90 120
14max 138 144 168 155 160 132
15min 105 120 120 94 97 120
15max 144 144 180 168 172 144
16min 63 72 60 56 58 72
16max 93 84 96 94 96 84
17min 123 132 120 115 120 144
17max 162 156 180 180 185 156
18min 0 204 180 0 0 204
18max 0 252 336 0 0 252
31min 60 72 72 56 60 72
31max 87 96 120 94 97 84
32min 63 84 84 67 72 84
32max 99 108 144 109 113 96
33min 99 108 108 89 100 108
33max 138 144 180 149 160 120
34min 99 120 96 88 95 120
34max 144 144 168 157 164 144
35min 108 120 120 91 98 132
35max 153 144 180 170 178 144
36min 63 72 60 53 53 72
36max 93 84 96 90 94 84
37min 108 132 120 108 114 132
37max 162 156 180 172 178 156
38min 0 204 180 0 0 204
38max 0 252 336 0 0 252



Idade == Idade pelas Suturas ==

Idade pelas Suturas

 

Recém-nascido, adulto e idoso (Fonte: Vanrell)


Esquerda: face externa, direita, vista interna. (Fonte: Vanrell)

Estimativa da idade em anos pelo fechamento das suturas cranianas
 
Sinostose R. Martín Tood y Lion Vallois-Olivier
S1 40-50   20-60
S2 30-40 22-35 20-60
S3 20-30   20-45
S4 30-40   20-60
C1 40-50 24-38 25-70
C2 muito tarde 24-38 30-70
C3 30-40 26-41 25-55
L1 depois 50 26-42 25-70
L2 50 26-47 30-60
L3 muito tarde 26-50 60 ou mais
T muito tarde 31-64 65 ou mais
Fonte: Revert Coma

Idade == Idade pelos pelos ==

Idade pelos pelos

Idade pelo diâmetro total méximo dos pelos (Rey y Villalaín)
Característica  micras
Pelo fetal 20 - 48
12 dias 24
6 meses 37
10 meses 38
15 anos 53
Adulto 70
Idoso 55 - 50


Idade == Estimativa da idade pelos dentes por sistema computadorizado integrado ==

Estimativa da idade pelos dentes por sistema computadorizado integrado

 

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FACULDADE DE ODONTOLOGIA DE PIRACICABA

Malthus Fonseca Galvão
Cirurgião-Dentista
Matemático
Médico

ESTIMATIVA DA IDADE PELOS DENTES ATRAVÉS DE SISTEMA COMPUTADORIZADO INTEGRADO

Dissertação apresentada à Faculdade de Odontologia de Piracicaba da Universidade Estadual de Campinas para obtenção do grau de Mestre em Odontologia Legal e Deontologia.

PIRACICABA - 1999


Resumo

A odontologia é a área do conhecimento mais importante na estimativa da idade humana, pela menor variabilidade na cronologia de eventos e maior perenidade de características. Existem diversas tabelas e equações para a cronologia dos eventos dentários fisiológicos, sendo importante, do ponto de vista pericial, uma análise o mais global possível. A aplicação manual de todas as tabelas e a comparação entre as mesmas, constitui tarefa dispendiosa e passível de erros. Visando a dinamizar esta tarefa, garantir confiabilidade aos seus resultados, foi construído um sistema computadorizado, utilizando-se, principalmente, o programa de computador "Microsoft Visual Basic 6.0", criando-se formulários eletrônicos para cada caractere: mineralização, erupção e alterações regressivas, incluindo representações gráficas. Todos os registros foram acoplados a um banco de dados modelado em "Microsoft Access 97". A partir de uma idade determinada, foi possível estimar os estágios dentários de mineralização, os estados eruptivos e as alterações regressivas. Conhecendo-se os caracteres, foi possível estimar a idade. Os cálculos foram instantâneos, possibilitando uma análise completa e com uma probabilidade de erro de processamento igual a zero, tendo o sistema aplicações práticas pericial e didática imediatas.


Abstracts

Dentistry is the most important part of the wisdom to the knowledge to estimate the human age, because it presents the minor variability and major perenniallyty of its variables. There are a lot of tables and equations to the chronology of physiological dental events, being important in the pericial view a global analisys of them. The manual application of every tables and equations is a waste of work, that can bring errors. A computer system was constructed using, mainly the computer program "Microsoft Visual Basic 6.0", with electronic forms for each character: mineralization, eruption and regressive alterations, including graphical representations. All the data was saved in a data bank constructed with "Microsoft Access 97". Using as a basis from a determinate age it was possible to estimate the mineralization, eruption and regressive alterations states, and the inverse as well. The calculation was fast, almost immediate and a complete analysis with an error probability of process equal zero, and the system presents practical, teach and research immediate applications.


Objetivo

Desenvolver um sistema computadorizado gráfico integrado capaz de estimar a idade, a partir de características dentárias e também capaz de prever estas características a partir de uma idade inferida, armazenando, analisando e comparando os resultados, com aplicação pericial, didática e em pesquisa.

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Etnia

Etnia pela face
Aspecto Branco Negro Amarelo
Comprimento longo/curto longo longo
Largura estreito/largo estreito largo
Altura alto baixo mediano
Largura face estreita/larga estreita muito largo
Altura face alta baixa alta
Órbita angular/redonda retangular redonda
Largura nasal estreita larga estreita
Margem nasal inf. cortante em calha cortante
Perfil facial reto protuso reto

Etnia pela mandíbula
Aspecto Branco Negro
Largura larga estreita
Ramo alto e estreito baixo e largo
Mento proeminente plano
Arco dental “V” “U”



Tipos de Cabelos (segundo Martin)

Lisos - Ondulados - Rizados - Crespos y encrespados - em grano de pimenta


Perfil Facial

Ângulo Facial Cloquet

Perfil da Face Grupos Étnicos
<83º Prognato Negróide africanos, australóides
=83º Mesognato Mongolóides meridionais
>83º Ortognato Caucasóides

Forma de Palato.

Forma Etnia
Triangular Caucasóide
Retangular Negróide
Ferradura (redondo) Mongolóide

Índice Cefálico Horizontal

100 x  largura máxima(Eurio-Eurio)/comprimento máximo(glabela-opistocrânio)

Índice Horizontal

Perfil da Face Grupos Étnicos
<74,9 Dolicocrânio Caucasóides nórdicos (escandinavos, ingleses), negróide africanos, berberes, australóides
=74,9 - 80 Mesocrânio Mongolóides
>80 Braquicrânio Caucasóides (europeus centrais)

Índice Facial Superior
Índice prosopométrico

Índice Facial

Tipo de Face Grupos Étnicos
> 55,0 Dolicofacial Caucasóides (europeus nórdicos,  escandinavos), polinésios, árabes
55,0 - 49,9 Mesofacial Negróides africanos
< 49,9 Braquifacial Australóides, mongolóides (lapões), crânios fósseis

Índice Sagital
Índice Vertical Lateral ou Perfil
100 x Altura Máxima (Básio-Bregma) / Comprimento Máximo (Glabela-Opistocrânio)

Índice Sagital

Tipo de Crânio Grupos Étnicos
> 75,0 Hipsicrânio Mongolóides, negróides
75,0 - 69,0 Mesocrânio Caucasóides
< 69,0 Platicrânio Crânios fósseis

Índice Transversal
Vertical posterior
100  x  Altura Máxima (Básio-Bregma)  /  Largura Máxima (Eurio-Eurio)

Índice Vertical

Tipo de Crânio Grupos Étnicos
> 98,0 Estenocrânio Caucasóides (europeus do centro)
98,0 - 91,9 Metriocrânio Mongolóides
< 91,9 Tapinocrânio Negróides, caucasóides (europeus do norte e do sul)


Índice Nasal
100  x  Largura Nasal Máxima  /  Altura Nasal (Násio-espinhal)

Índice Nasal

Tipo de Crânio Grupos Étnicos
< 47,9 Leptorrino Caucasóides
47,9 - 53,0 Mesorrino Mongolóides
> 53,0 Platirrino Negróides africanos, australóides, crânios fósseis

Estatura

Clique aqui para calcular

Tabela de Trotter & Gleser
  • Homens
    • Caucasóides
      • 3,08 * úmero + 61,41
      • 3,78 * rádio + 79,01
      • 3,70 * ulna + 74,05
      • 2,38 * fêmur + 61,41
      • 2,52 * tíbia + 78,62
      • 2,68 * fíbula + 71,78
    • Negróides
      • 3,26 * úmero + 62,10
      • 3,42 * rádio + 81,56
      • 3,26 * ulna + 79,29
      • 2,11 * fêmur + 70,35
      • 2,19 * tíbia + 86,02
      • 2,19 * fíbula + 86,02
    • Mongolóides
      • 2,68 * úmero + 83,19
      • 3,54 * rádio + 82,00
      • 3,48 * ulna + 77,45
      • 2,15 * fêmur + 72,57
      • 2,39 * tíbia + 81,45
      • 2,40 * fíbula + 80,56
    • "Mexicanos"
      • 2,92 * úmero + 73,94
      • 3,55 * rádio + 80,71
      • 3,56 * ulna + 74,56
      • 2,44 * fêmur + 58,67
      • 2,36 * tíbia + 80,62
      • 2,50 * fíbula + 75,44
  • Mulheres
    • Caucasóides
      • 3,36 * úmero + 57,97
      • 4,74 * rádio + 54,93
      • 4,27 * ulna + 57,76
      • 2,47 * fêmur + 54,10
      • 2,90 * tíbia + 61,53
      • 2,93 * fíbula + 59,61
    • Negróides
      • 3,08 * úmero + 64,67
      • 3,67 * rádio + 64,67
      • 3,31 * ulna + 75,38
      • 2,28 * fêmur + 59,76
      • 2,45 * tíbia + 72,65
      • 2,45 * fíbula + 72,65

Tabela de Orfila
Estatura Fêmur Tíbia Fíbula Úmero Ulna Rádio
138 32 27 26 24 19 17
143 38 31 30 27 22 19
145 40 32 31 29 22 20
147 38 32 31 26 21 19
149 38 32 31 29 22 20
154 40 33 32 29 24 21
160 45 38 37 32 26 24
164 44 36 35 30 26 24
165 45 38 37 32 27 25
167 45 38 37 31 27 24
169 44 36 35 31 25 22
170 44 38 37 32 27 25
175 46 39 38 32 26 23
177 46 38 37 33 28 25
178 46 37 36 33 26 24
179 46 38 37 33 27 24
180 46 40 39 33 27 25
183 46 39 38 34 28 25
185 47 43 42 33 27 25
186 47 39 38 33 27 25

 

A fórmula de cálculo de estatura pelo método do arco-corda foi removida pois os resultados são muito pobres...


Tabela de Etiene Rollet - 1888

Estatura(1)
cm
Membro Inferior Membro Superior
Fêmur
(2,3)
Tíbia
(4)
Fíbula Úmero
(4)
Rádio
(5)
Ulna
HOMENS
152 41,5 33,4 32,9 29,8 22,3 23,3
154 42,1 33,8 33,3 30,2 22,6 23,7
156 42,6 34,2 33,8 30,7 22,8 24,0
158 43,1 34,8 34,3 31,3 23,1 24,4
160 43,7 35,2 34,8 31,5 23,4 24,8
162 44,2 35,7 35,2 31,9 23,6 25,2
164 44,8 36,1 35,7 32,7 23,9 25,5
166 45,3 36,6 36,2 32,8 24,2 25,9
168 45,8 36,9 36,6 33,1 24,4 26,1
170 46,2 37,3 36,9 33,5 24,6 26,4
172 46,7 37,6 37,3 33,8 24,9 26,6
174 47,2 38,0 37,7 34,2 25,1 26,9
176 47,7 38,3 38,0 34,5 25,3 27,1
178 48,1 38,6 38,4 34,8 25,5 27,3
180 48,6 39,0 38,8 35,2 25,8 27,6
MULHERES
140 37,7 29,9 29,4 27,1 20,0 21,4
142 37,9 30,4 29,9 27,5 20,2 21,7
144 38,5 30,9 30,5 27,8 20,4 21,9
146 39,1 31,4 31,0 28,1 20,6 22,1
148 39,7 31,9 31,5 28,5 20,8 22,4
150 40,3 32,4 32,0 28,8 21,1 22,6
152 40,9 32,9 32,5 29,2 21,3 22,9
154 41,5 33,4 33,0 29,5 21,5 23,1
156 42,0 33,8 33,4 29,9 21,7 23,4
158 42,4 34,3 33,9 30,3 21,9 23,6
160 42,9 34,7 34,3 30,7 22,2 23,9
162 43,4 35,2 34,8 31,1 22,4 24,2
164 43,9 35,6 35,2 31,5 22,6 24,4
166 44,4 36,0 35,7 31,9 22,8 24,7
168 44,8 36,5 36,1 32,3 23,0 25,0
170 45,3 36,9 36,5 32,7 23,2 25,3
172 45,8 37,4 37,0 33,1 23,5 25,6
1) Diminuir 2cms, para obter-se a estatura do indivíduo em pé
2) Comprimento Máximo. Se medido obliquamente, adicionar 0,32cm para homens e 0,33cm para mulheres
3) Adicionar 7mm para ossos secos, sem cartilagem
4) Adicionar 5mm para ossos secos, sem cartilagem
5) Adicionar 3mm para ossos secos, sem cartilagem



Estatura == Determinação da estatura pela coluna ==

Determinação da estatura pela coluna
clique aqui para calcular

Casos de Identificação Humana
Identificação humana

Casos de Identificação Humana == Caso tomografia de seios da face ==

Caso tomografia de seios da face

 
Neste caso, a família forneceu diversas tomografias computadorizadas do crânio, nas quais era possível visualizar as características dos seios frontais.

Como não dispomos, ainda, de um tomógrafo para reproduzir as imagens, realizamos uma "tomografia" de forma direta, isto é, realizando cortes sequenciais na região frontal para permitir observação direta da anatomia do seio frontal.

Portanto, veja que, em Antropologia Forense, a criatividade é mais importante que equipamentos...
Casos de Identificação Humana == Ficha do Desaparecido ==

Ficha do Desaparecido
Para facilitar a coleta de dados ante-mortem é bom seguir um roteiro para possibilitar uma entrevista mais completa e célere.

Clique aqui para visualizar a ficha do desaparecido .
Casos de Identificação Humana == Implantes e colecistectomia ==

Implantes e colecistectomia

 
Identificação por implantes dentários e por grampo de colecistectomia laparoscópica.
Casos de Identificação Humana == Radiográfica ==

Radiográfica
.

Casos de Identificação Humana == Radiográfica ==

Caso 1

 
.
Casos de Identificação Humana == Radiográfica ==

Caso 2.

 
André Barbosa e outros

       Este trabalho busca mostrar a importância do Cirurgião-Dentista manter o histórico dos trabalhos de seus pacientes, pois com a evolução e a divulgação do Código de Defesa do Consumidor a população se tornou mais consciente. Mantendo bem armazenado o seu prontuário odontológico o profissional poderá defender-se de possíveis ações cíveis e criminais.

       Na área criminal uma autoridade pode necessitar da ajuda do Cirurgião-Dentista para utilizar as informações contidas em seus prontuários e em suas radiografias, como forma de identificar um corpo que esteja esqueletizado, carbonizado ou decomposto e que dificilmente seria reconhecido por seus parentes. Ver trabalho na íntegra.
Casos de Identificação Humana == Radiográfica ==

Seios da Face

 
        Caso de identificação positiva com margem de segurança praticamente de 100% por intermédio da comparação radiográfica dos seios da face.
        O jovem moço havia desaparecido em um rio próximo à Brasília durante uma enchente súbita.
        Aproximadamente seis meses após, cerca de dez quilômetros rio abaixo da região do desaparecimento, pescadores encontraram alguns restos ósseos que julgaram serem humanos.
        Encaminhados ao Laboratorio de Antropologia Forense do IML/DF, a consulta ao banco de dados revelou a possibilidade de tratar-se do jovem desaparecido há meio ano.
        Consultando o banco dos desaparecidos percebemos que havia uma radiografia de crânio exibindo os seios da face com uma forma bastante peculiar.
        Um dos óssos enviados ao laboratório era o osso frontal, parcialmente destruído, mas preservando a anatomia do seio frontal.
        Trabalharam neste caso Dr. Aluisio Trindade, Dr. Malthus Galvão e Dr. Ricardo Nogueira, coordenados pelo Dr. José Eduardo da Silva Reis.

Casos de Identificação Humana == Chip eletrônico ==

Chip eletrônico

 

Casos de Identificação Humana == Fotográfica ==

Fotográfica

 

Casos de Identificação Humana == Vazio XXXXXX ==

Vazio XXXXXX

Casos de Identificação Humana == Por Objetos ==

Por Objetos

 
        É comum o encontro de objetos pessoais junto a cadáveres ignorados.
        Estes objetos servem para o reconhecimento dos cadáveres e devem ser tratados com restrição, pois existe sempre a possibilidade de troca, empréstimos, ou mesmo, de tentativa de simulação de identidade.
Casos de Identificação Humana == Marca de Mordida ==

Marca de Mordida

 

Jeidson Antônio Morais Marques - Metodologia de identificação de marcas de mordidas - Dissertação de mestrado - USP - 2004

 

Apresentação de Jeidson Antônio Morais Marques

 

A APLICAÇÃO DA FOTOGRAFIA EM MARCAS DE MORDIDA - Artigo de Revisão - Juliana Raposo Souto MAIOR, Anna Beatriz Alves BRAGA NETTO2, Roberta Gondim da Costa GOMES e Paloma Rodrigues GENÚ4

 

Avaliação de marcas de mordidas em alimentos produzidas por próteses dentárias - Dessana Carla A. de Oliveira1, Pollyanna Sousa Simões1, Jeidson Antônio Morais Marques2, Luís Carlos Cavalcante Galvão2, Rogério Nogueira de Oliveira3, Jamilly de Oliveira Musse2

VER LESÕES PRODUZIDAS POR MORDIDAS



AUTORES:
*CALDAS, José Carlos F. G1; PASCHINI, Renata C2; BELMONTE, Luiz Netto3; SPADÁCIO, Célio4; DARUGE, Eduardo5.


RESUMO

O Instituto de Criminalística, lotado no município de Santo André, é subordinado à Superintendência da Polícia Técnico-Científica e que é diretamente ligada à Secretaria de Segurança Pública (SSP) do estado de São Paulo. Neste setor são efetuadas perícias criminais diversas como: acidente de trânsito, homicídio, suicídio, roubo, furto, receptação de veículos, estupro, entre outras, por solicitação da autoridade policial da região. Os peritos integrantes das equipes devem ter formação universitária, sendo que no caso relatado o perito é cirurgião-dentista e utilizou seus conhecimentos e técnicas em Odontologia Legal para realização dos trabalhos. O caso descrito refere-se a elucidação de um delito através de um bombom mordido deixado no local do crime. Com a reprodução das impressões dentais do chocolate foi realizada uma análise comparativa com os dentes do suspeito.

Ver trabalho na íntegra

Casos de Identificação Humana == Marca de Mordida ==

Mordidas

Ver Slides Sobre Mordeduras

  • Classificação
    • Geralmente
      • Corto-contundente
    • Eventualmente
      • Contusas
      • Pérfuro-contusas
  • Concausas supervenientes
    • infecções - principalmente mordidas de animais


Casos de Identificação Humana == Marca de Mordida == Mordidas ==

Mordidas de animais

 
  • Diferentes das humanas
    • Tendem a ser pérfuro-contusas
    • Podem causar lacerações
    • Maior probabilidade de infecções
  • Animais mais comuns
    • Cães
    • Gatos
    • Cobras

Casos de Identificação Humana == Marca de Mordida == Mordidas ==

Mordida humana

 

Casos de Identificação Humana == Tatuagens ==

Tatuagens

 
Tatuagens são desenhos, inscrições, produzidos voluntariamente na pele, pela inclusão subdérmica de pigmentos variados como o nanquim.

Geralmente expressam uma mensagem grupal, religiosa, amorosa, dentre outras.

Tatuagem é um termo também utilizado em balística, produzido pela impregnação de resíduos incombustos de pólvora na derme.
Casos de Identificação Humana == Perícia de Local de Crime - Dente ==

Perícia de Local de Crime - Dente

 
Ao realizar uma perícia de local o Perito Criminal Cássio Thione e sua equipe da PCDF perceberam a presença de um elemento dentário em uma mancha de sangue no alfalto.
O elemento dentário foi enviado ao Laboratório de Odontologia Legal do IML/DF para análise.
Constatou-se tratar-se de um pré-molar inferior direito com apecificação completa e sem procedimentos restauradores.
Diversas características permitiram estabelecer alguns parâmetros para uma identificação genérica do indivíduo envolvido na ocorrência.
Estes dados poderiam ser confrontados com suspeitos posteriormente.
Casos de Identificação Humana == Perícia de Local de Crime - Prótese ==

Perícia de Local de Crime - Prótese

 
        Fragmentos de Prótese parcial removível encontradas em local de crime.
Casos de Identificação Humana == Perícias Alveolares ==

Perícias Alveolares

 
        A perícia alveolar é uma das mais importantes na odontologia legal, pois os dentes, constantemente são perdidos, remanescendo apenas os alvéolos.
        Estes trazem muitas informações importantes sobre os dentes perdidos como número, posição, tempo da perda dentária, eventuais estados patológicos dentre outros.
Casos de Identificação Humana == Exumação de feto: aborto clandestino ==

Exumação de feto: aborto clandestino

 
Feto exumado.
Casos de Identificação Humana == Implantes ==

Implantes

 
Identificação por implantes osteointegrados.
Casos de Identificação Humana == Assimetria craniana ==

Assimetria craniana

 

Casos de Identificação Humana == Identificação por apicectomia ==

Identificação por apicectomia

 
Presença de apicectomia no incisivo central superior esquerdo, que possibilitou, associado a outros elementos, a identifição.
Casos de Identificação Humana == Fraturas antigas ==

Fraturas antigas
Fraturas osseas antigas são importante dado da história médica para fins de identificação.

Casos de Identificação Humana == Fraturas antigas ==

Fraturas de ossos longos

 
Fraturas de ossos longos permitem identificação precisa por confronto radiográfico.
O tempo de evolução da consolidação também é muito importante.
Casos de Identificação Humana == Fraturas antigas ==

Fraturas mandibulares

 
Identificação por fraturas condilares e de sífise mandibular com osteossíntese.

Casos de Identificação Humana == Carbonizado ==

Carbonizado
.

Casos de Identificação Humana == Carbonizado ==

Carbonizado 1
Perícia realizada na Faculdade de Odontologia de Piracicaba pela Equipe da Odontologia Legal, coordenada pelo Prof. Daruge.
A filmagem foi realizada pelo Prof. Malthus.

Desinserção do músculo pterigoideo
Análise da prótese removível parcialmente carbonizada
Introdução - Apresentação do caso
Análise da estrutura dentária carbonizada

Casos de Identificação Humana == Carbonizado ==

Carbonizado 2

 
        Seqüência de perícia em carbonizado realizada pelo Prof. Malthus no IML/DF
Casos de Identificação Humana == Carbonizado ==

Carbonizado 3

 
.
Casos de Identificação Humana == Carbonizado ==

Ossadas
        Casos de ossadas encontradas no município de Luziânia - GO

Craniometria
Craniometria é o estudo do polo cefálico pela suas medidas lineares e angulares.
Clique aqui para calcular

Craniometria == Paquímetro ==

Paquímetro
Como usar o paquímetro

Teste agora mesmo: clique aqui

O princípio do paquímetro é baseado nos múltiplos comuns entre 10 e 9.



Casa marcação da parte fixa do paquímetro é feita de 1 em 1 mm, enquanto que a marcação da parte móvel é feita de 0,9 em 0,9mm.

Quando se alinham, mostram os décimos de milímetros.

Podemos fazer as divisões do móvel de 0,95 em 0,95mm, e teríamos uma precisão de 0,05mm.

Para facilitar a visualização, pode-se utilizar na parte móvel divisões de 0,18 em 0,18mm ou múltiplos.

Craniometria == Formas cranianas ==

Formas cranianas

 
Sete tipos segundo SERGI.
Craniometria == Pontos Craniométricos ==

Pontos Craniométricos

 
Pontos craniométricos são pontos anatômicos utilizados como referência para craniometria.
Classificam-se em pontos pares e ímpares. Os ímpares situam-se no plano sagital.

ALVEOLON Ponto de encontro da linha média do palato com a perpendicular que tangencia a borda posterior da arcada alveolar
ASTERION Ponto de encontro dos osso parietal, temporal e occipital
BASION Ponto médio na borda anterior do buraco occipital
BREGMA Ponto de encontro da sutura sagital com a sutura coronária
CORONALE Ponto mais lateral da sutura coronária. É determinado com instrumental especial, compasso de espessura. Algumas vezes se confunde com Stephanion, mas geralmente, está um pouco abaixo
DAKRYON Ponto localizado no vértice do ângulo formado pela sutura frontolacrimal e a sutura lacrimomaxilar
EKTOKONCHION Ponto localizado na borda externa da órbita e o mais afastado possível do ponto maxillofrontale
EKTOMALARE Ponto situado, mais externamente, na superfície vestibular da arcada alveolar, na porção média do Segundo molar superior
ENDOMOLARE Ponto situado na superfície palatina da arcada alveolar, na porção média do Segundo molar superior
EURION Ponto mais lateral do neuro- crânio. É determinado com instrumental especial, compasso de espessura. Não tem localização fixa, pode estar no parietal, como pode estar na escama do temporal. Varia de um indivíduo para outro e de uma população para outra
FRONTOMALARE ORBITALE Ponto mais anterior da sutura frontomalar, onde ela corta o bordo orbitário
FRONTOMALARE TEMPORALE Ponto mais posterior e lateral da sutura frontomalar, na região temporal
FRONTOTEMPORALE Ponto mais anterior da linha temporal, situado, aproximadamente, na raiz da apófise zigomática do osso frontal
GLABELLA Ponto localizado logo acima da sutura frontonasal, entre os arcos superciliares. Comumente é o ponto mais saliente do frontal, no plano médio sagital. Pode, no entanto, formar uma depressão ou constituir, com os arcos superciliares, uma única elevação contínua
GNATHION Ponto localizado no bordo anterior da mandíbula que mais se projeta para baixo no plano médio sagital
GONION Ponto, no ângulo da mandíbula, dado pela bissetriz do ângulo formado pelo plano mandibular e uma tangente ao bordo posterior do ramo
HORMION Ponto localizado na inserção do vômer com o corpo do esfenóide, no Plano médio sagital, entre as duas asas do vômer
INFRADENTALE Ponto localizado no bordo alveolar anterior entre os incisivos centrais inferiores. Corresponde à extremidade superior e anterior da sínfise mandibular
INFRADENTALE DENTALE Ponto médio de uma linha que passa pela parte mais baixa dos colos anatômicos vestibulares dos incisivos centrais inferiores
INION Ponto localizado na reunião das linhas curvas occipitais superiores com o plano médio sagital. Nas linhas occipitais pouco desenvolvidas, que não chegam ao plano médio sagital, calcula-se o prolongamento destas linhas. Comumente é o ponto mais proeminente da protuberância occipital externa
JUGALE Ponto no vértice do ângulo formado pelas linhas que tangenciam o bordo vertical posterior e o bordo horizontal superior do malar
KORONION Ponto mais alto do côndilo mandibular
KONDYLION LATERALE Ponto mais lateral e externo do côndilo mandibular
KONDYLION MEDIALE Ponto mais lateral e interno do côndilo mandibular
LACRIMALE Ponto de encontro da crista lacrimal posterior com o frontal
LAMBDA Ponto de encontro da sutura sagital com a sutura lambdóide
LINGUALE Ponto na extremidade superior e posterior da sínfise mandibular
LINGULARE Ponto extremo na língula mandibular
MASTOIDEALE Ponto mais inferior da apófise mastóide do temporal
MAXILLOFRONTALE Ponto, no rebordo orbitário, onde este é cortado pela sutura frontomaxilar
MENTALE Ponto mais inferior do buraco mentoniano
NASION Ponto de encontro da sutura internasal e a sutura frontonasal. Corresponde à raiz do nariz
NASOSPINALE Ponto mais baixo da borda inferior da abertura piriforme, na base da espinha nasal, projetado no Plano Sagital. Esse ponto é denominado por alguns autores de Subnasale ou Nasale
OPISTHION Ponto médio do bordo posterior do buraco occipital
OPISTHOKRANION Ponto que mais se afasta da glabella, no plano sagital do occipital. Algumas vezes coincide com o inion. É determinado com instrumento especial, compasso de espessura. Há casos em que esta região do occipital é mais ou menos plana, e acontece do instrumento indicar a mesma mensuração em vários pontos. Nestes casos, se considera o opisthokranion o ponto que fica no meio do segmento formado pelos vários pontos de mesma medida
ORALE Ponto médio, localizado no palato, na tangente às faces palatinas dos incisivos centrais superiores, junto ao osso alveolar
ORBITALE Ponto mais baixo na margem da órbita. É um dos pontos utilizados para a orientação do crânio no Plano de Frankfurt
POGONION Ponto mais proeminente na protuberância mentoniana, na sínfise mandibular
PORION Ponto na borda superior e externa do meato acústico externo
PROMINENTIA LATERALE Ponto lateral mais externo no corpo da mandíbula, determinado pelo compasso de espessura
PROSTHION Ponto mais anterior no rebordo alveolar, entre os incisivos centrais superiores. Corresponde à extremidade inferior e anterior do septo interalveolar no plano sagital. Nos casos de reabsorção alveolar, a determinação se torna incerta ou mesmo impossível
PROSTHION DENTALE Ponto médio de uma linha que passa pela parte mais alta dos colos anatômicos vestibulares dos incisivos centrais superiores. Esse é um ponto dentário, enquanto que prosthion é um ponto alveolar. Ambos sofrem modificações com a idade e, em alguns momentos da vida, acontece de coincidirem, ainda que não obrigatoriamente
RHINION Ponto médio, na sutura internasal, na sua parte mais inferior e mais anterior
SPHENION Ponto de encontro da sutura coronária com a sutura esfenoparietal
STEPHANION Ponto de encontro da sutura coronária com a linha temporal superior, caso ela exista, do contrário, ele é confundido com o coronale
SPHENOBASION Ponto de encontro da parte inferior da sincondrose esfeno-occipital com o Plano sagital
STAPHYLION Ponto médio na tangente anterior às concavidades posteriores do palato duro
STENION Ponto mais interno da sutura esfeno-escamosa
SUBSPINALE Ponto mais reentrante, no plano sagital, entre o prosthion e a espinha nasal anterior. É o ponto “A” da cefalometria radiográfica
VERTEX Ponto mais alto do crânio sobre a sutura sagital, estando este orientado no plano de Frankfurt
ZYGION Ponto mais lateral do arco zigomático. É determinado pelo compasso de espessura
ZYGOMAXILLARE Ponto mais inferior da sutura maxilomalar

Anatomia Aplicada


Anatomia Aplicada == Eixos e Planos Anatômicos ==

Eixos e Planos Anatômicos

 
  • Eixos imaginários
    • Eixo vertical ou longitudinal
      • une a cabeça aos pés, classificado como heteropolar
    • Eixo de profundidade ou ântero-posterior
      • une o ventre ao dorso, classificado como heteropolar
    • Eixo de largura ou transversal
      • une o lado direito ao lado esquerdo, classificado como homopolar
  • Planos
    • Plano sagital
      • formado pelo deslocamento do eixo ântero-posterior ao longo do eixo longitudinal
    • Plano sagital mediano
      • formado pelo deslocamento do eixo ântero-posterior ao longo do eixo longitudinal na linha mediana, dividindo o corpo em duas metades aparentemente simétricas, denominadas antímeros;
    • Plano transversal ou horizontal
      • formado pelo deslocamento do eixo de largura ao longo do eixo ântero-posterior. Uma série sucessiva de planos transversais divide o corpo em segmentos denominados metâmeros
    • Plano frontal ou coronal
      • formado pelo deslocamento do eixo de largura ao longo do eixo longitudinal, dividindo o corpo em porções chamadas de paquímeros

Anatomia Aplicada == Relações Anatômicas ==

Relações Anatômicas
  • Inferior ou caudal
    • mais próximo dos pés
  • Superior ou cranial
    • mais próximo da cabeça
  • Anterior ou ventral
    • mais próximo do ventre
  • Posterior ou dorsal
    • mais próximo do dorso
  • Proximal
    • mais próximo do ponto de origem
  • Distal
    • mais afastado do ponto de origem
  • Medial
    • mais próximo do plano sagital mediano
  • Lateral
    • mais afastado do plano sagital mediano
  • Superficial
    • mais próximo da pele
  • Profundo
    • mais afastado da pele
  • Homolateral ou ipsilateral
    • do mesmo lado do corpo
  • Contra-lateral
    • do lado oposto do corpo

 

  • Holotopia
    • localização geral de um órgão no organismo. Ex.: o baço está localizado no abdômen
  • Sintopia
    • relação de vizinhança. Ex.: o estômago está abaixo do diafragma, à direita do baço e à esquerda do fígado
  • Esqueletopia
    • relação com esqueleto. Ex.: coração atrás do esterno e da terceira, quarta e quinta costelas
  • Idiotopia
    • relação entre as partes de um mesmo órgão. Ex.: ventrículo esquerdo adiante e abaixo do átrio esquerdo

Anatomia Aplicada == Variações Anatômicas ==

Variações Anatômicas
  • idade
    • os testículos no feto estão situados na cavidade abdominal, migrando para a bolsa escrotal e nela se localizando durante a vida adulta
  • sexo
    • no homem a gordura subcutânea se deposita principalmente na região tricipital, enquanto na mulher o depósito se dá preferencialmente na região abdominal
  • raça
    • nos brancos a medula espinhal termina entre a primeira e segunda vértebra lombar, enquanto que nos negros ela termina um pouco mais abaixo, entre a segunda e a terceira vértebra lombar
  • tipo morfológico constitucional
    • é o principal fator das diferenças morfológicas
      • longilíneo
        • indivíduo alto e esguio, com pescoço, tórax e membros longos. Nessas pessoas o estômago geralmente é mais alongado e as vísceras dispostas mais verticalmente
      • brevilíneo
        • indivíduo baixo com pescoço, tórax e membros curtos. Aqui as vísceras costumam estar dispostas mais horizontalmente
      • mediolíneo (normolíneo)
        • características intermediárias

Cálculos em Antropologia

 

Trigonometria
  Cálculo de Ângulos informando os Lados do Triângulo
Útil para o cálculo do ângulo de Rivet
  Cálculo de Ângulos e Lados de um Triângulo a partir de 2 Lados e 1 Ângulo
Útil para conferência de ângulos como Cloquet
  Cálculo de Lados e Ângulos informando as Coordenadas Tridimensionais dos Vértices
Utilizado juntamente com a mesa tridimensional simplificada de Malthus
Trajeto de Projetil de Arma de Fogo por Projeções
  Cálculo Tridimensional de Trajeto de Projetil de Arma de Fogo por Coordenadas Cartesianas
  Utilizado juntamente com a mesa tridimensional angular de Malthus
  Cálculo Tridimensional de Trajeto de Projetil de Arma de Fogo por Coordenadas Polares
  Utilizado juntamente com a mesa tridimensional simplificada de Malthus

Osteometria

  Estatura a Partir dos Ossos Longos
  Trotter & Glesser, Pearson, Topinard e Krogman
  Estatura a partir de segmentos da coluna vertebral
  Olivier
  Craniometria
  20 classificações cranianas / índices
  Cinturas
  Cinturas escapular e pélvica

Outros

  Cronotanatognose
  Fórmula de Luis Renato da Silveira Costa - ES
  Cronotanatognose - Gráfico
  Construir gráfico de cronotanatognose

www.malthus.com.br 1996 - 2008  



Cálculos em Antropologia == Cálculo de ângulos do triângulo a partir dos lados ==

Cálculo de ângulos do triângulo a partir dos lados
No caso de calcular o ângulo de RIVET, násio-básio-próstio, o perito obtem facilmente as medidas entre os três pontos e calcula o ângulo.
Clique aqui para calcular

Cálculos em Antropologia == Cálculo do triângulo a partir de 2 lados e 1 âng. ==

Cálculo do triângulo a partir de 2 lados e 1 âng.
Em algumas situações o perito dispões apenas da medida de dois lados e do ângulo formado entre os mesmos.
Basta aplicar a lei dos cosenos.
Clique aqui para calcular

Cálculos em Antropologia == Cálculo triângulo pelas coordenadas tridimensionais ==

Cálculo triângulo pelas coordenadas tridimensionais
No caso de calcular um triângulo a partir de suas coordenadas tridimensionais, basta a utilização do teorema de pitágoras e fórmulas trigonométricas, calculando-se a dimensão dos lados e os ângulos entre os mesmos.
Clique aqui para calcular

Cálculos em Antropologia == Cálculo do trajeto de PAF pelas coordenadas tridimensionais ==

Cálculo do trajeto de PAF pelas coordenadas tridimensionais
Cálculo de trajeto de projetil de arma de fogo a partir das coordenadas tridimensionais de dois pontos distintos do trajeto.

Clique aqui para calcular

Cálculos em Antropologia == Cálculo do trajeto de PAF por coordenadas polares ==

Cálculo do trajeto de PAF por coordenadas polares
Cálculo de trajeto de projetil de arma de fogo a partir das coordenadas polares de dois pontos distintos do trajeto.

Clique aqui para calcular

Cálculos em Antropologia == Cálculo balístico ==

Cálculo balístico
clique aqui para calcular

Cálculos em Antropologia == Fórmulas ==

Fórmulas
  • Fórmulas trigonométricas utilizáveis em cálculos antropométricos

    • Diretas
      • Seno
      • Cosseno
      • Tangente
    • Inversas
      • Cossecante
      • Secante
      • Cotangente





























































Redução ao 1º Quadrante

90° -a 90° +a 180° -a 180° +a 270° -a 270° +a -a
sen a cos a cos a sen a - sen a - cos a - cos a - sen a
cos a sen a - sen a - cos a - cos a - sen a sen a cos a
tg a cotg a - cotg a - tg a tg a cotg a - cotg a - tg a
cotg a tg a - tg a - cotg a cotg a tg a - tg a - cotg a



Cálculos em Antropologia == Conversão de medidas ==

Conversão de medidas
Temperatura

DE PARA  

oC

oF

Multiplicar por 9/5 & adicionar 32

oF

oC

Subtrair 32 e Multiplicar por 5/9

oF

oR

Adicionar 459.67

oR

oF

Subtrair 459.67 

oC

oK

Adicionar 273.15

oK

oC

Subtrair 273.15

 

Pressão

DE  PARA MULTIPLICAR POR
Atmosfera Polegada de Mercúrio
(a 0o C)
29.92
Atmosfera kg/cm2 1.0333
Atmosfera PSI 14.7
Bar PSI 14.504
Bar KPA 100.00
Polegada de Mercúrio
(a 0o C)
Atmosfera 0.03342
Polegada de Mercúrio
(a 0o C)
PSI 0.4912
Polegada de água
(a 4o C)
PSI 0.03613
kg/cm2 Atmosfera 0.9678
kg/cm2 PSI 14.22
KPA PSI 0.14504
KPA Bar 0.01
MPA PSI 145.04
Nt/mm2 PSI 145.04
PSI Atmosfera 0.06804
PSI Bars 0.06895
PSI Polegada de Mercúrio
(a 0 *C)
2.03583
PSI Polegada de água (a 4 *C) 27.6778
PSI kg/cm2 0.07032
PSI KPA 6.895
PSI MPA 0.006895
PSI Nt/mm2 0.006895
PSI Torr 51.71
Torr PSI 0.01934
Millibar Polegada de água 0.4014388

 

Pressão

DE PARA  
 
PSIA PSIG subtrair14.7 PSI
PSIG PSIA adicionar 14.7 PSI

 

Fluxo

DE PARA  MULTIPLICAR POR
lb/hr kg/hr 0.4536
kg/hr lb/hr 2.204
galão/min(US) litro/min 3.7848
litro/min galão/min(US) 0.2642
galão/min(US) kg/hr(água a 4o C) 227.00
kg/hr(água a 4o C) galão/min(US) 0.0044
ft3/min m3/min 0.0283163
m3/min ft3/min 35.3152

 

Comprimento, Área, Volume

DE PARA MULTIPLICAR POR
polegada centimetro 2.540
feet metro 0.3048
centimeter polegada 0.3937
meter pés 3.2808
square inch centímetro quadrado 6.4516
square feet metro quadrado 0.0929
square centimeter polegada quadrada 0.1550
square meter pés quadrado 10.764
cubic inch centímetro cúbico 16.3871
cubic inch litro 0.016387
cubic feet metro cúbico 0.028317
galão
(US)
centímetro cúbico 3785.00
gallon
(US)
litro 3.785
centímetro cúbico polegada cúbica 0.06102
litro polegada cúbica 61.02
cubic meter pés cúbicos 35.315
centímetro cúbico galão
(US)
0.0002642
litro galão
(US)
0.2642
galão
(imperial)
galão
(US)
1.2
galão
(US)
galão
(imperial)
0.83333
galão
(imperial)
litro 4.546
litro galão
(imperial)
0.22

 

Massa, Densidade, Volume Específico

DE PARA MULTIPLICAR POR
lb kg 0.453592
kg lb 2.20462
lb/ft3 kg/m3 16.0185
kg/m3 lb/ft3 0.0624280
ft3/lb m3/kg 0.0624280
m3/kg ft3/lb 16.0185

 

Force, Torque

DE PARA MULTIPLICAR POR
lb Nt 4.44882
Nt lb 0.224809
ft-lb kg-metro 0.1383
kg-metro ft-lb 7.233
ft-lb Nt-metro 1.3558
Nt-metro ft-lb 0.7376

Fraturas Antigas ou Recentes

 
Em Antropologia Forense, uma fratura deve ser analisada sob o aspecto cronológico.

a)Foi produzida tempos antes da morte?
b)Foi produzida na época da morte e, portanto, pode estar relacionada à morte?
c)Foi produzida após a morte?

Quando as fraturas ocorrem tempos antes da morte, o inexorável processo de remodelação óssea ocorre e este fenômeno será facilmente perceptível como arredondamento das cordas, formação de osso e soldadura entre os fragmentos.

Quando as fraturas ocorrem na época da morte, não teremos remodelação óssea, o que também ocorre nas fraturas post-mortem, é claro. A diferença entre as fraturas peri-mortem e as post-mortem é a possibilidade de demonstrar hemorragias ósseas nas fraturas intra-vitae e a ocorrência de fraturas plásticas, o que não ocorre nas fraturas post-mortem.

Fraturas plásticas são aquelas nas quais os ossos "entortam" sem se quebra, por estarem úmidos. Pense em uma fratura em galho-verde, que ocorre me crianças. Na ossada, por ocasião, por exemplo, da escavação, ou do abatimento da terra, as fraturas não apresentam deformações plásticas.
Papiloscopia
Papiloscopia é a ciência que estuda as papilas dérmicas humanas, a poroscopia, o albodactilograma e congêneres, com finalidade de identificação civil e criminal.
É método  importantíssimo pelo fato da unicidade, perenidade e imutabilidade das impressões, associado ao fato de que geralmente as impressões digitais ficam nos corpos que entram em contato com o corpo humano.
A papiloscopia é a primeiro método de eleição para identificação humana, seguido da antropologia forense e da genética forense, por ser mais prático e barato. Entretanto, não em aplicável em todos os casos, pois é necessario um registro prévio para o confronto.
As impressões digitais aparecem na pessoa no segundo trimestre de gestação e não sofrem mudanças até o final da vida.
Escala com Número do Laudo
Você pode gerar uma etiqueta personalizada, com o número de seu laudo, em preto no fundo branco, ou o contrário


clique aqui para gerar etiqueta




Cálculo das Cinturas
Cálculo das cinturas pélvicas e escapular

clique aqui para calcular
DNA
Clique aqui para visualizar a palestra do PROF. WAGNER BARROSO - UNB 07/2004.(Power Point)
Cronotanatognose


Cálculo do tempo da morte






Construção de gráfico demonstrativo







Cronotanatognose == Gráfico da Cronotanatognose ==

Gráfico da Cronotanatognose
clique aqui para construir o gráfico
Cronotanatognose == Cálculo da Cronotanatognose ==

Cálculo da Cronotanatognose
clique aqui para calcular
Cronotanatognose == Cronotanatognose pelo osso inumado ==

Cronotanatognose pelo osso inumado
Cronotanatognose pelo aspecto do osso inumado
Observações Tempo de morte
Ossos recobertos de mofo 2 a 4 anos
Canal medular enegrecido 6 a 8 anos
Ausência de cartilagens e ligamentos mais de 5 anos
Desaparecimento das graxas dos ossos 5 a 10 anos
Canal medular branco como a superfície mais de 10 anos
Persistência de restos de polpa dentária Até 14 anos
Desaparecimento completo da polpa 16 a 20 anos
Desaparecimento dos canais de Havers mais de 20 anos
Osso quebradiço, frágil, superfície porosa mais de 50 anos

Cronotanatognose pelas legiões de insetos
N Legião
dipteros, tachinidios anthomidas
tachinidios
coleopteros, lepidopteros
dipteros, coleopteros
dipteros, coleopteros
acaridae
coleopteros lepidopteros
coleopteros


Cronotanatognose == Entomologia Forense ==

Entomologia Forense

 
Estudo dos insetos e respectivas larvas necrofágicas.
Possibilidade de cronotanatognose.
Clique aqui para ver um exemplo em entomologia forense.



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