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Determinação da estatura pela coluna
Cálculo das Cinturas
Papiloscopia
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Cálculo das Cinturas
Cálculo das cinturas pélvicas e escapular

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Papiloscopia
Papiloscopia é a ciência que estuda as papilas dérmicas humanas, a poroscopia, o albodactilograma e congêneres, com finalidade de identificação civil e criminal.
É método  importantíssimo pelo fato da unicidade, perenidade e imutabilidade das impressões, associado ao fato de que geralmente as impressões digitais ficam nos corpos que entram em contato com o corpo humano.
A papiloscopia é a primeiro método de eleição para identificação humana, seguido da antropologia forense e da genética forense, por ser mais prático e barato. Entretanto, não em aplicável em todos os casos, pois é necessario um registro prévio para o confronto.
As impressões digitais aparecem na pessoa no segundo trimestre de gestação e não sofrem mudanças até o final da vida.
Determinação da Espécie
Identificação da Espécie é também chamada identificação genérica.
Pode ser realizada por diferentes processos como pelos, ossos, imunológico e outros.


Determinação da Espécie == Determinação da Espécie pelos Ossos ==

Determinação da Espécie pelos Ossos
  • Aspecto morfológico total
  • Aspecto radiográfico total
  • Forma das superfícies articulares
  • Imunológico
  • Histológico
  Humano Animal
Havers forma oval circular
Havers diâmetro 30 a 150 micras 20 a 25 (< 100 micras)
Havers densidade 8 a 10/mm2 13 a 55/mm2
Havers direção paralelo ao eixo longitudinal inclinado ao eixo longitudinal
Tecido laminar ósseo raro freqüente
     
Índice medular  0,45
feto = 0,15 a 0,48
> 0,5 (até 0,77)
Som à percussão abafado metálico
Peso/Densidade menor maior

    Índice medular = Diâmetro mínimo do conduto medular / Diâmetro diafisário mínimo



Determinação da Espécie == Determinação da Espécie pelos Ossos ==

Espécie animal por macroscopia

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 Fêmur bovino encaminhado como sendo possivelmente humano.  Fêmur bovino encaminhado como sendo possivelmente humano.  Fêmur bovino encaminhado como sendo possivelmente humano.  Fêmur bovino encaminhado como sendo possivelmente humano.  Fêmur bovino encaminhado como sendo possivelmente humano.  Fêmur bovino encaminhado como sendo possivelmente humano.  Fêmur bovino encaminhado como sendo possivelmente humano.

Determinação da Espécie == Determinação da Espécie pelos Pelos ==

Determinação da Espécie pelos Pelos


Determinação do Sexo

Sexo pela bacia
Aspecto Homem Mulher
Estreito superior Andróide Ginecóide
Ângulo sub-pubiano Fechado < 70 Aberto >80
Chanfradura isquiática Estreita Larga
Buraco obturador Ovalar Triangular
Crista ilíaca S bem pronunciado S discreto
Largura do acetábulo > 45 mm < 45 mm
Asa ilíacas Altas, verticais Baixas, horizontais

 

Sexo pelo crânio
Aspecto Homem Mulher
Aparência Grosseira Delicada
Glabela Rugosa Plana
Arcos supra-orbitários Salientes Discretos
Bordos Orbitários Arredondados Cortantes
Contorno frontal Inclinado Elevado
Processos mastoideos Grandes e rugosos Pequenos e lisos
Côndilos occipitais Longos e delgados Curtos e grossos
Inion Proeminente Discreto
Linhas nucais Rugosas Planas
Mento Quadrado Pontiagudo

 

Sexo por fragmentos ósseos
Medida Homem Mulher
Cabeça do úmero  >40 mm <35 mm
Cabeça do rádio  >20 mm <20 mm
Cabeça do fêmur  >45 mm <40 mm
Diáfise do fêmur  >31 mm <27 mm
Largura do Atlas  >73 mm <72 mm
Calcificações costais  periférica  central


À esquerda crânio feminino; à direita masculino - (Fonte: Vanrell)

Largura superior do sacro, comprimento e largura da 1ª vértebra sacra - (Fonte: Vanrell)



Diâmetro vertical e transverso da cabeça do fêmur (Galvão & Vitória in Vanrell)


distância ilíaca ântero-superior/tubérculo púbico - (Fonte: Vanrell)



Diâmetro vertical do acetâbulo - (Fonte: Vanrell)


Incisura isquiática maior (corda e profundidade) - (Fonte: Vanrell)



Diâmetros condílicos e do forame magno - (Fonte: Vanrell)


Determinação da Estatura

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Tabela de Trotter & Gleser
  • Homens
    • Caucasóides
      • 3,08 * úmero + 61,41
      • 3,78 * rádio + 79,01
      • 3,70 * ulna + 74,05
      • 2,38 * fêmur + 61,41
      • 2,52 * tíbia + 78,62
      • 2,68 * fíbula + 71,78
    • Negróides
      • 3,26 * úmero + 62,10
      • 3,42 * rádio + 81,56
      • 3,26 * ulna + 79,29
      • 2,11 * fêmur + 70,35
      • 2,19 * tíbia + 86,02
      • 2,19 * fíbula + 86,02
    • Mongolóides
      • 2,68 * úmero + 83,19
      • 3,54 * rádio + 82,00
      • 3,48 * ulna + 77,45
      • 2,15 * fêmur + 72,57
      • 2,39 * tíbia + 81,45
      • 2,40 * fíbula + 80,56
    • "Mexicanos"
      • 2,92 * úmero + 73,94
      • 3,55 * rádio + 80,71
      • 3,56 * ulna + 74,56
      • 2,44 * fêmur + 58,67
      • 2,36 * tíbia + 80,62
      • 2,50 * fíbula + 75,44
  • Mulheres
    • Caucasóides
      • 3,36 * úmero + 57,97
      • 4,74 * rádio + 54,93
      • 4,27 * ulna + 57,76
      • 2,47 * fêmur + 54,10
      • 2,90 * tíbia + 61,53
      • 2,93 * fíbula + 59,61
    • Negróides
      • 3,08 * úmero + 64,67
      • 3,67 * rádio + 64,67
      • 3,31 * ulna + 75,38
      • 2,28 * fêmur + 59,76
      • 2,45 * tíbia + 72,65
      • 2,45 * fíbula + 72,65

Tabela de Orfila
Estatura Fêmur Tíbia Fíbula Úmero Ulna Rádio
138 32 27 26 24 19 17
143 38 31 30 27 22 19
145 40 32 31 29 22 20
147 38 32 31 26 21 19
149 38 32 31 29 22 20
154 40 33 32 29 24 21
160 45 38 37 32 26 24
164 44 36 35 30 26 24
165 45 38 37 32 27 25
167 45 38 37 31 27 24
169 44 36 35 31 25 22
170 44 38 37 32 27 25
175 46 39 38 32 26 23
177 46 38 37 33 28 25
178 46 37 36 33 26 24
179 46 38 37 33 27 24
180 46 40 39 33 27 25
183 46 39 38 34 28 25
185 47 43 42 33 27 25
186 47 39 38 33 27 25

 



 


Determinação da Idade

Idade pelas superfícies dos corpos vertebrais
Característica idade
Desaparecimento das estrias juvenis, epífises anulares intimamente aderidas 25 a 35 anos
Bordos com osteófitos 35 a 40 anos
Bicos de papagaios 40 a 50 anos
Sindesmófitos acima de 50

 

Idade pela sínfise pubiana
Característica idade
Sulcos e ressaltos amplos 18 a 19 anos
Aparecimento do bordo posterior, sulcos e ressaltos menos amplos 22 a 24 anos
Delimitação das extremidades 25 a 30 anos
Aspecto granular da superfície, delimitação do bordo anterior 30 a 35 anos
Ossificação ligamentar 36 a 39 anos
Superfície inativa 40 a 44 anos
Formação de lábios nos bordos 45 a 50
Ossificações erráticas, rarefações ósseas 50 ou mais

 

Idade pelos corpos vertebrais
Característica idade
Estrias juvenis no contorno do corpo 14 a 17 anos
Estrias menos pronunciadas, ausência de soldadura da epífise anular 18 a 20
Soldadura das epífises 20 a 25 anos

 

Idade pela erupção dentária
  Abramovicz Arey Ernestino Garn F Garn M Logan
11min 63 72 72 67 71 84
11max 93 96 120 106 108 96
12min 63 84 84 76 82 96
12max 114 108 144 121 127 108
13min 105 108 108 100 108 132
13max 144 144 180 164 173 144
14min 87 120 96 86 90 120
14max 138 144 168 155 160 132
15min 105 120 120 94 97 120
15max 144 144 180 168 172 144
16min 63 72 60 56 58 72
16max 93 84 96 94 96 84
17min 123 132 120 115 120 144
17max 162 156 180 180 185 156
18min 0 204 180 0 0 204
18max 0 252 336 0 0 252
31min 60 72 72 56 60 72
31max 87 96 120 94 97 84
32min 63 84 84 67 72 84
32max 99 108 144 109 113 96
33min 99 108 108 89 100 108
33max 138 144 180 149 160 120
34min 99 120 96 88 95 120
34max 144 144 168 157 164 144
35min 108 120 120 91 98 132
35max 153 144 180 170 178 144
36min 63 72 60 53 53 72
36max 93 84 96 90 94 84
37min 108 132 120 108 114 132
37max 162 156 180 172 178 156
38min 0 204 180 0 0 204
38max 0 252 336 0 0 252



Determinação da Idade == Idade pelas Suturas ==

Idade pelas Suturas

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 Idade pelas suturas cranianas.

Recém-nascido, adulto e idoso (Fonte: Vanrell)


Esquerda: face externa, direita, vista interna. (Fonte: Vanrell)

Estimativa da idade em anos pelo fechamento das suturas cranianas
 
Sinostose R. Martín Tood y Lion Vallois-Olivier
S1 40-50   20-60
S2 30-40 22-35 20-60
S3 20-30   20-45
S4 30-40   20-60
C1 40-50 24-38 25-70
C2 muito tarde 24-38 30-70
C3 30-40 26-41 25-55
L1 depois 50 26-42 25-70
L2 50 26-47 30-60
L3 muito tarde 26-50 60 ou mais
T muito tarde 31-64 65 ou mais
Fonte: Revert Coma

Determinação da Idade == Idade pelos pelos ==

Idade pelos pelos

Idade pelo diâmetro total méximo dos pelos (Rey y Villalaín)
Característica  micras
Pelo fetal 20 - 48
12 dias 24
6 meses 37
10 meses 38
15 anos 53
Adulto 70
Idoso 55 - 50


Determinação da Idade == Estimativa da idade pelos dentes por sistema computadorizado integrado ==

Estimativa da idade pelos dentes por sistema computadorizado integrado

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 SISCRO - Formulário Inicial  SISCRO - Formulário Base de Dados  SISCRO - Formulário Mineralização  SISCRO - Formulário Erupção  Formulário Alterações Regressivas  SISCRO - Formulário Área da Câmara  Mineralização: N.M.M.; Id.Inf.=0a0m  Mineralização: N.M.M.; Id.Inf.=1a0m  Mineralização: N.M.M.; Id.Inf.=2a0m  Mineralização: N.M.M.; Id.Inf.=3a0m  Mineralização: N.M.M.; Id.Inf.=4a0m  Mineralização: N.M.M.; Id.Inf.=5a0m  Mineralização: N.M.M.; Id.Inf.=6a0m  Mineralização: N.M.M.; Id.Inf.=7a0m  Mineralização: N.M.M.; Id.Inf.=8a0m  Mineralização: N.M.M.; Id.Inf.=9a0m  Mineralização: N.M.M.; Id.Inf.=10a0m  Mineralização: N.M.M.; Id.Inf.=11a0m  Mineralização: N.M.M.; Id.Inf.=12a0m  Mineralização: N.M.M.; Id.Inf.=13a0m  Mineralização: N.M.M.; Id.Inf.=14a0m  Mineralização: N.M.M.; Id.Inf.=15a0m  Mineralização: N.M.M.; Id.Inf.=16a0m  Mineralização: N.M.M.; Id.Inf.=17a0m  Mineralização: N.M.M.; Id.Inf.=18a0m  Mineralização: N.M.M.; Id.Inf.=19a0m  Mineralização: G.V.Id.E.M.  Mineralização: N.M.M.; G.S.E.M.Id.; .visualização simultânea dos In.E.M.  Mineralização: G.V.Id.E.M.<0: hiatos  Mineralização: N.M.M.; Id.Inf.=6a0m  Mineralização: N.M.M.; E.M.=0  Mineralização: N.M.M.; E.M.=1  Mineralização: N.M.M.; E.M.=2  Mineralização: N.M.M.; E.M.=3  Mineralização: N.M.M.; E.M.=4  Mineralização: N.M.M.; E.M.=5  Mineralização: N.M.M.; E.M.=6  Mineralização: N.M.M.; E.M.=7  Mineralização: N.M.M.; E.M.=8  Erupção: formulário de cálculos  Erupção: formulário de dados  Erupção: In.E. dos dentes 11 e 21  Erupção: In.PréE. dos dentes 11 e 21  Erupção: In.PósE. dos dentes 11 e 21  Erupção: Interseção de In.E.  Erupção: Id.Inf.=7a0m; Dv.=0m; P.E.=50%  Erupção: Id.Inf.=5a0m; Dv.=0m; P.E.=50%  Erupção: Id.Inf.=7a0m - Dv. = 0m - PE = 15%  Erupção: Representação gráfica da exclusão de dentes nos cálculos  Erupção: In.E. (11 e 21); C.P.=ERNESTINO; Dv.=0m; P.E.=25%  Erupção: In.pré. (11 e 21); Id.Inf.=8a0m; C.P.=ERNESTINO; Dv.=0m; P.E.=-25%  Erupção: In.E.(11 e 21); C.P.=ERNESTINO; Dv.=0; P.E.=50%  Erupção: In.E. (11 e 21); C.P.=ERNESTINO; Dv.=6m; P.E.=50%  Erupção: In.E. (11 e 21); C.P.=ERNESTINO; Dv.=12m; P.E.=50%  Erupção: In.E. (11 e 21); C.P.=ERNESTINO; Dv.=6m e P.E.=25%  Erupção: In.E. (11 e 21); C.P.=ERNESTINO; Dv.=12m; P.E.= 5%  Erupção: 6a6m £ Id.Inf. £ 7a11m; P.E.=50%; Dv.=0m; C.P.=ERNESTINO  Erupção: 8a0m £ Id.Inf. £ 9a5m; P.E.=50%; Dv.=0m; C.P.=ERNESTINO  Erupção: 9a6m £ Id.Inf. £ 10a11m; P.E.=50%; Dv.=0m; C.P.=ERNESTINO  Erupção: 11a0m £ Id.Inf. £ 11a11m; P.E.=50%; Dv.=0m; C.P.=ERNESTINO  Erupção: 12a0m £ Id.Inf. £ 12a5m; P.E.=50%; Dv.=0m; C.P.=ERNESTINO  Erupção: 12a6m £ Id.Inf. £ µ ; P.E.=50%; Dv.=0m; C.P.=ERNESTINO  Erupção: -50% £ P.E. £ 20%; Id.Inf.=11a0m; Dv.=0m; C.P.=ERNESTINO  Erupção: 21% £ P.E. £ 33%; Id.Inf.=11a0m; Dv.=0m; C.P.=ERNESTINO  Erupção: 34% £ P.E. £ 50%; Id.Inf.=11a0m; Dv.=0m; C.P.=ERNESTINO  Erupção: 51% £ P.E. £ 80%; Id.Inf.=11a0m; Dv.=0m; C.P.=ERNESTINO  Erupção: 81% £ P.E. £ 125%; Id.Inf.=11a0m; Dv.=0m; C.P.=ERNESTINO  Erupção: 126% £ P.E. £ 150%; Id.Inf.=11a0m; Dv.=0m; C.P.=ERNESTINO  Erupção: inclusão de 20 dentes - decíduos; C.P.=Decíduos  Erupção: inclusão de dentes exceto molares; C.P.=ABRAMOVICZ  Erupção: inclusão de dentes superiores exceto (x, 8); C.P.=ABRAMOVICZ  Erupção: inclusão de dentes direitos exceto (x, 8); C.P.=ABRAMOVICZ  Erupção: inclusão de dentes incisivos e caninos; G.V.E.E.Id.: 5 tabelas  Erupção: inclusão de dentes grupo a grupo; G.V.E.E.Id.: ERNESTINO  Erupção: G.V.E.E.Id. ERNESTINO; Dv.=(36, 30, 24, 18, 12, 6, 0)  Erupção: G.V.E.E.Id. ABRAMOVICZ; Dv.=(36, 30, 24, 18, 12, 6, 0)  Erupção: G.V.E.E.Id. LOGAN; Dv.=(36, 30, 24, 18, 12, 6, 0)  Erupção: G.V.E.E.Id. AREY; Dv.=(36, 30, 24, 18, 12, 6, 0)  Erupção: G.V.E.E.Id. GARN Fem.; Dv.=(36, 30, 24, 18, 12, 6, 0)  Erupção: G.V.E.E.Id. GARN Masc.; Dv.=(36, 30, 24, 18, 12, 6, 0)  Erupção: G.V.E.E.Id. Número6; Dv=variável; conferência gráfica  Erupção: G.V.E.E.Id. Número; Dv=variável; conferência gráfica  Erupção: G.V.E.E.Id. ERNESTINO; Dv=0m; reconstrução gráfica  Erupção: G.V.E.E.Id. 7 tabelas; Dv=0m; inclusão dos dentes 13 e 23  Erupção: G.V.E.E.Id. 4 tabelas; Dv=0; gráficos simultâneos  Erupção: G.V.E.E.Id. 3 tabelas; Dv=0; gráficos simultâneos e sobreposto  Erupção: G.V.E.E.Id. GARN Masc./Fem.; Dv=0; heterocronismo sexual  Erupção: G.V.E.E.Id. 4 tabelas; Dv=0; gráficos sobrepostos  Erupção: Comparação entre ERNESTINO e AREY  Erupção: Comparação entre GARN M e GARN F  Erupção: Comparação entre ERNESTINO e LOGAN  Erupção: Comparação entre ERNESTINO e GARN M  Erupção: Comparação entre ERNESTINO e ABRAMOVICZ  Erupção: Comparação entre LOGAN e GARN M  Erupção: Id.Inf.=8a0m; P.E.=-25%; Dv.=0m; C.P.=LOGAN  Erupção: Id.Inf.=8a0m; P.E.=-25%; Dv.=0m; C.P.=ABRAMOVICZ  Erupção: Id.Inf.=8a0m; P.E.=-25%; Dv.=0m; C.P.=ERNESTINO  Erupção: Id.Inf.=8a0m; P.E.=-25%; Dv.=0m; C.P.=GARN Masc.  Erupção: Id.Inf.=8a0m; P.E.=-25%; Dv.=0m; C.P.=GARN Fem.  Erupção: Id.Inf.=8a0m; P.E.=-25%; Dv.=0m; C.P.=AREY  Erupção: Id.Inf.=8a0m; P.E.=0%; Dv.=0m; C.P.=LOGAN  Erupção: Id.Inf.=8a0m; P.E.=0%; Dv.=0m; C.P.=ABRAMOVICZ  Erupção: Id.Inf.=8a0m; P.E.=0%; Dv.=0m; C.P.=ERNESTINO  Erupção: Id.Inf.=8a0m; P.E.=0%; Dv.=0m; C.P.=GARN Masc.  Erupção: Id.Inf.=8a0m; P.E.=0%; Dv.=0m; C.P.=GARN Fem.  Erupção: Id.Inf.=8a0m; P.E.=0%; Dv.=0m; C.P.=AREY.  Erupção: Id.Inf.=8a0m; P.E.=50%; Dv.=0m; C.P.=LOGAN  Erupção: Id.Inf.=8a0m; P.E.=50%; Dv.=0m; C.P.=ABRAMOVICZ  Erupção: Id.Inf.=8a0m; P.E.=50%; Dv.=0m; C.P.=ERNESTINO  Erupção: Id.Inf.=8a0m; P.E.=50%; Dv.=0m; C.P.=GARN Masc.  Erupção: Id.Inf.=8a0m; P.E.=50%; Dv.=0m; C.P.=GARN Fem.  Erupção: Id.Inf.=8a0m; P.E.=50%; Dv.=0m; C.P.=AREY.  Erupção: Id.Inf.=8a0m; P.E.=100%; Dv.=0m; C.P.=LOGAN  Erupção: Id.Inf.=8a0m; P.E.=100%; Dv.=0m; C.P.=ABRAMOVICZ  Erupção: Id.Inf.=8a0m; P.E.=100%; Dv.=0m; C.P.=ERNESTINO  Erupção: Id.Inf.=8a0m; P.E.=100%; Dv.=0m; C.P.=GARN Masc.  Erupção: Id.Inf.=8a0m; P.E.=100%; Dv.=0m; C.P.=GARN Fem.  Erupção: Id.Inf.=8a0m; P.E.=100%; Dv.=0m; C.P.=AREY  Erupção: Id.Inf.=8a0m; P.E.=125%; Dv.=0m; C.P.=LOGAN  Erupção: Id.Inf.=8a0m; P.E.=125%; Dv.=0m; C.P.=ABRAMOVICZ  Erupção: Id.Inf.=8a0m; P.E.=125%; Dv.=0m; C.P.=ERNESTINO  Erupção: Id.Inf.=8a0m; P.E.=125%; Dv.=0m; C.P.=GARN Masc.  Erupção: Id.Inf.=8a0m; P.E.=125%; Dv.=0m; C.P.=GARN Fem.  Erupção: Id.Inf.=8a0m; P.E.=125%; Dv.=0m; C.P.=AREY  Erupção: Id.Inf.=10a0m; P.E.=0%; Dv.=12m; C.P.=LOGAN  Erupção: Id.Inf.=10a0m; P.E.=0%; Dv.=12m; C.P. = ABRAMOVICZ  Erupção: Id.Inf.=10a0m; P.E.=0%; Dv.=12m; C.P. = ERNESTINO  Erupção: Id.Inf.=10a0m; P.E.=0%; Dv.=12m; C.P. = GARN Masc.  Erupção: Id.Inf.=10a0m; P.E.=0%; Dv.=12m; C.P. = GARN Fem.  Erupção: Id.Inf.=10a0m; P.E.=0%; Dv.=12m; C.P. = AREY  Erupção: Id.Inf.=10a0m; P.E.=25%; Dv.=12m; C.P.=LOGAN  Erupção: Id.Inf.=10a0m; P.E.=25%; Dv.=12m; C.P. = ABRAMOVICZ  Erupção: Id.Inf.=10a0m; P.E.=25%; Dv.=12m; C.P. = ERNESTINO  Erupção: Id.Inf.=10a0m; P.E.=25%; Dv.=12m; C.P. = GARN Masc.  Erupção: Id.Inf.=10a0m; P.E.=25%; Dv.=12m; C.P. = GARN Fem.  Erupção: Id.Inf.=10a0m; P.E.=25%; Dv.=12m; C.P. = AREY  Erupção: Id.Inf.=10a0m; P.E.=50%; Dv.=12m; C.P.=LOGAN  Erupção: Id.Inf.=10a0m; P.E.=50%; Dv.=12m; C.P. = ABRAMOVICZ  Erupção: Id.Inf.=10a0m; P.E.=50%; Dv.=12m; C.P. = ERNESTINO  Erupção: Id.Inf.=10a0m; P.E.=50%; Dv.=12m; C.P. = GARN Masc.  Erupção: Id.Inf.=10a0m; P.E.=50%; Dv.=12m; C.P. = GARN Fem.  Erupção: Id.Inf.=10a0m; P.E.=50%; Dv.=12m; C.P. = AREY  Erupção: Id.Inf.=10a0m; P.E.=75%; Dv.=12m; C.P.=LOGAN  Erupção: Id.Inf.=10a0m; P.E.=75%; Dv.=12m; C.P. = ABRAMOVICZ  Erupção: Id.Inf.=10a0m; P.E.=75%; Dv.=12m; C.P. = ERNESTINO  Erupção: Id.Inf.=10a0m; P.E.=75%; Dv.=12m; C.P. = GARN Masc.  Erupção: Id.Inf.=10a0m; P.E.=75%; Dv.=12m; C.P. = GARN Fem.  Erupção: Id.Inf.=10a0m; P.E.=75%; Dv.=12m; C.P. = AREY  Erupção: Id.Inf.=10a0m; P.E.=100%; Dv.=12m; C.P. = LOGAN  Erupção: Id.Inf.=10a0m; P.E.=100%; Dv.=12m; C.P. = ABRAMOVICZ  Erupção: Id.Inf.=10a0m; P.E.=100%; Dv.=12m; C.P. = ERNESTINO  Erupção: Id.Inf.=10a0m; P.E.=100%; Dv.=12m; C.P. = GARN Masc.  Erupção: Id.Inf.=10a0m; P.E.=100%; Dv.=12m; C.P. = GARN Fem.  Erupção: Id.Inf.=10a0m; P.E.=100%; Dv.=12m; C.P. = AREY  Erupção: 0£ Id.Inf. £ µ ; P.E.=0% e 100%; C.P.= ERNESTINO e ABRAMOVICZ  GUSTAFSON: Formulário Alterações Regressivas; Caracteres Ausentes  GUSTAFSON: Formulário Alterações Regressivas; Caracteres Discretos  GUSTAFSON: Formulário Alterações Regressivas; Caracteres Intensos  GUSTAFSON: caracteres  GUSTAFSON: Formulário Gráfico das Alterações Regressivas  GUSTAFSON: simetria gráfica  GUSTAFSON: variável discreta  GUSTAFSON: Dv. mínimo  GUSTAFSON: Dv. com sobreposição  Área da Câmara: formulário de cálculos  Gráfico: área da câmara x área externa  Gráfico: Id.Est. x área da câmara  Gráfico: Id.Est. x área externa  Gráfico: Id.Est. x área da câmara %

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FACULDADE DE ODONTOLOGIA DE PIRACICABA

Malthus Fonseca Galvão
Cirurgião-Dentista
Matemático
Médico

ESTIMATIVA DA IDADE PELOS DENTES ATRAVÉS DE SISTEMA COMPUTADORIZADO INTEGRADO

Dissertação apresentada à Faculdade de Odontologia de Piracicaba da Universidade Estadual de Campinas para obtenção do grau de Mestre em Odontologia Legal e Deontologia.

PIRACICABA - 1999


Resumo

A odontologia é a área do conhecimento mais importante na estimativa da idade humana, pela menor variabilidade na cronologia de eventos e maior perenidade de características. Existem diversas tabelas e equações para a cronologia dos eventos dentários fisiológicos, sendo importante, do ponto de vista pericial, uma análise o mais global possível. A aplicação manual de todas as tabelas e a comparação entre as mesmas, constitui tarefa dispendiosa e passível de erros. Visando a dinamizar esta tarefa, garantir confiabilidade aos seus resultados, foi construído um sistema computadorizado, utilizando-se, principalmente, o programa de computador "Microsoft Visual Basic 6.0", criando-se formulários eletrônicos para cada caractere: mineralização, erupção e alterações regressivas, incluindo representações gráficas. Todos os registros foram acoplados a um banco de dados modelado em "Microsoft Access 97". A partir de uma idade determinada, foi possível estimar os estágios dentários de mineralização, os estados eruptivos e as alterações regressivas. Conhecendo-se os caracteres, foi possível estimar a idade. Os cálculos foram instantâneos, possibilitando uma análise completa e com uma probabilidade de erro de processamento igual a zero, tendo o sistema aplicações práticas pericial e didática imediatas.


Abstracts

Dentistry is the most important part of the wisdom to the knowledge to estimate the human age, because it presents the minor variability and major perenniallyty of its variables. There are a lot of tables and equations to the chronology of physiological dental events, being important in the pericial view a global analisys of them. The manual application of every tables and equations is a waste of work, that can bring errors. A computer system was constructed using, mainly the computer program "Microsoft Visual Basic 6.0", with electronic forms for each character: mineralization, eruption and regressive alterations, including graphical representations. All the data was saved in a data bank constructed with "Microsoft Access 97". Using as a basis from a determinate age it was possible to estimate the mineralization, eruption and regressive alterations states, and the inverse as well. The calculation was fast, almost immediate and a complete analysis with an error probability of process equal zero, and the system presents practical, teach and research immediate applications.


Objetivo

Desenvolver um sistema computadorizado gráfico integrado capaz de estimar a idade, a partir de características dentárias e também capaz de prever estas características a partir de uma idade inferida, armazenando, analisando e comparando os resultados, com aplicação pericial, didática e em pesquisa.

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Determinação da Etnia

Etnia pela face
Aspecto Branco Negro Amarelo
Comprimento longo/curto longo longo
Largura estreito/largo estreito largo
Altura alto baixo mediano
Largura face estreita/larga estreita muito largo
Altura face alta baixa alta
Órbita angular/redonda retangular redonda
Largura nasal estreita larga estreita
Margem nasal inf. cortante em calha cortante
Perfil facial reto protuso reto

Etnia pela mandíbula
Aspecto Branco Negro
Largura larga estreita
Ramo alto e estreito baixo e largo
Mento proeminente plano
Arco dental “V” “U”



Tipos de Cabelos (segundo Martin)

Lisos - Ondulados - Rizados - Crespos y encrespados - em grano de pimenta


Perfil Facial

Ângulo Facial Cloquet

Perfil da Face Grupos Étnicos
<83º Prognato Negróide africanos, australóides
=83º Mesognato Mongolóides meridionais
>83º Ortognato Caucasóides

Forma de Palato.

Forma Etnia
Triangular Caucasóide
Retangular Negróide
Ferradura (redondo) Mongolóide

Índice Cefálico Horizontal

100 x  largura máxima(Eurio-Eurio)/comprimento máximo(glabela-opistocrânio)

Índice Horizontal

Perfil da Face Grupos Étnicos
<74,9 Dolicocrânio Caucasóides nórdicos (escandinavos, ingleses), negróide africanos, berberes, australóides
=74,9 - 80 Mesocrânio Mongolóides
>80 Braquicrânio Caucasóides (europeus centrais)

Índice Facial Superior
Índice prosopométrico

Índice Facial

Tipo de Face Grupos Étnicos
> 55,0 Dolicofacial Caucasóides (europeus nórdicos,  escandinavos), polinésios, árabes
55,0 - 49,9 Mesofacial Negróides africanos
< 49,9 Braquifacial Australóides, mongolóides (lapões), crânios fósseis

Índice Sagital
Índice Vertical Lateral ou Perfil
100 x Altura Máxima (Básio-Bregma) / Comprimento Máximo (Glabela-Opistocrânio)

Índice Sagital

Tipo de Crânio Grupos Étnicos
> 75,0 Hipsicrânio Mongolóides, negróides
75,0 - 69,0 Mesocrânio Caucasóides
< 69,0 Platicrânio Crânios fósseis

Índice Transversal
Vertical posterior
100  x  Altura Máxima (Básio-Bregma)  /  Largura Máxima (Eurio-Eurio)

Índice Vertical

Tipo de Crânio Grupos Étnicos
> 98,0 Estenocrânio Caucasóides (europeus do centro)
98,0 - 91,9 Metriocrânio Mongolóides
< 91,9 Tapinocrânio Negróides, caucasóides (europeus do norte e do sul)


Índice Nasal
100  x  Largura Nasal Máxima  /  Altura Nasal (Násio-espinhal)

Índice Nasal

Tipo de Crânio Grupos Étnicos
< 47,9 Leptorrino Caucasóides
47,9 - 53,0 Mesorrino Mongolóides
> 53,0 Platirrino Negróides africanos, australóides, crânios fósseis

Eixos e Planos Anatômicos

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 Eixos imaginários.
  • Eixos imaginários
    • Eixo vertical ou longitudinal
      • une a cabeça aos pés, classificado como heteropolar
    • Eixo de profundidade ou ântero-posterior
      • une o ventre ao dorso, classificado como heteropolar
    • Eixo de largura ou transversal
      • une o lado direito ao lado esquerdo, classificado como homopolar
  • Planos
    • Plano sagital
      • formado pelo deslocamento do eixo ântero-posterior ao longo do eixo longitudinal
    • Plano sagital mediano
      • formado pelo deslocamento do eixo ântero-posterior ao longo do eixo longitudinal na linha mediana, dividindo o corpo em duas metades aparentemente simétricas, denominadas antímeros;
    • Plano transversal ou horizontal
      • formado pelo deslocamento do eixo de largura ao longo do eixo ântero-posterior. Uma série sucessiva de planos transversais divide o corpo em segmentos denominados metâmeros
    • Plano frontal ou coronal
      • formado pelo deslocamento do eixo de largura ao longo do eixo longitudinal, dividindo o corpo em porções chamadas de paquímeros

Relações Anatômicas
  • Inferior ou caudal
    • mais próximo dos pés
  • Superior ou cranial
    • mais próximo da cabeça
  • Anterior ou ventral
    • mais próximo do ventre
  • Posterior ou dorsal
    • mais próximo do dorso
  • Proximal
    • mais próximo do ponto de origem
  • Distal
    • mais afastado do ponto de origem
  • Medial
    • mais próximo do plano sagital mediano
  • Lateral
    • mais afastado do plano sagital mediano
  • Superficial
    • mais próximo da pele
  • Profundo
    • mais afastado da pele
  • Homolateral ou ipsilateral
    • do mesmo lado do corpo
  • Contra-lateral
    • do lado oposto do corpo

 

  • Holotopia
    • localização geral de um órgão no organismo. Ex.: o baço está localizado no abdômen
  • Sintopia
    • relação de vizinhança. Ex.: o estômago está abaixo do diafragma, à direita do baço e à esquerda do fígado
  • Esqueletopia
    • relação com esqueleto. Ex.: coração atrás do esterno e da terceira, quarta e quinta costelas
  • Idiotopia
    • relação entre as partes de um mesmo órgão. Ex.: ventrículo esquerdo adiante e abaixo do átrio esquerdo

Variações Anatômicas
  • idade
    • os testículos no feto estão situados na cavidade abdominal, migrando para a bolsa escrotal e nela se localizando durante a vida adulta
  • sexo
    • no homem a gordura subcutânea se deposita principalmente na região tricipital, enquanto na mulher o depósito se dá preferencialmente na região abdominal
  • raça
    • nos brancos a medula espinhal termina entre a primeira e segunda vértebra lombar, enquanto que nos negros ela termina um pouco mais abaixo, entre a segunda e a terceira vértebra lombar
  • tipo morfológico constitucional
    • é o principal fator das diferenças morfológicas
      • longilíneo
        • indivíduo alto e esguio, com pescoço, tórax e membros longos. Nessas pessoas o estômago geralmente é mais alongado e as vísceras dispostas mais verticalmente
      • brevilíneo
        • indivíduo baixo com pescoço, tórax e membros curtos. Aqui as vísceras costumam estar dispostas mais horizontalmente
      • mediolíneo (normolíneo)
        • características intermediárias

Craniometria
Craniometria é o estudo do polo cefálico pela suas medidas lineares e angulares.
Clique aqui para calcular

Craniometria == Paquímetro ==

Paquímetro
Como usar o paquímetro

Teste agora mesmo: clique aqui

O princípio do paquímetro é baseado nos múltiplos comuns entre 10 e 9.



Casa marcação da parte fixa do paquímetro é feita de 1 em 1 mm, enquanto que a marcação da parte móvel é feita de 0,9 em 0,9mm.

Quando se alinham, mostram os décimos de milímetros.

Podemos fazer as divisões do móvel de 0,95 em 0,95mm, e teríamos uma precisão de 0,05mm.

Para facilitar a visualização, pode-se utilizar na parte móvel divisões de 0,18 em 0,18mm ou múltiplos.

Craniometria == Formas cranianas ==

Formas cranianas

ver catálogo
 São sete as formas, segundo SERGI.
Sete tipos segundo SERGI.
Craniometria == Pontos Craniométricos ==

Pontos Craniométricos

ver catálogo
 <b>ALVEOLON</B> - Ponto palatino no plano coronal que tangencia as bordas posteriores das arcadas alveolares.  <B>ASTERION</B> - Pontos de encontro dos ossos parietal, temporal e occipital.  <b>BASION</B> - Ponto mais anterior do contorno do forame magno.  <B>BREGMA</B> - Ponto de encontro das suturas coronal e sagital.  <b>DACRION</B> - Ou LACRIMAL, ponto entre os ossos frontal, maxilar superior e lacrimal. Situa-se na parte ântero-superior da órbita.  <B>ESFENION</B> - Pontos de encontro dos ossos frontal, parietal, e esfenóide.  <b>ESTAFILION</b> - Ponto sagital mais anterior tangente as bordas palatinas posteriores côncavas.  <b>ESTEFANION</B> - Encontro da linha frontal com a sutura coronal.  <b>EURION</b> - Pontos mais distantes do plano sagital. Pode se situar nos temporais ou parietais.  <b>GIZION</b> - Pontos mais laterais dos arcos zigomáticos.  <B>GLABELA</B> - Ponto mais saliente entre os arcos superciliares, no plano sagital, logo acima da sutura fronto-nasal.  <B>GNATION</B> - Ponto sagital mandibular mais inferior. Na posição horizontal de Frankfurt.  <B>GONION</B> - Pontos mais externos, inferiores e posteriores dos ângulos mandibulares.  <b>INION</B> - Ponto mais externo da protuberância occipital externa. Intersecção das linhas nucais superiores com o plano sagital.  <B>INFRA-DENTAL</B> - Ponto no plano sagital mais superior e anterior do septo interalveolar dos incisivos centrais inferiores. (É um PROSTION inferior)  <B>KROTAFION</B> - Pontos de encontro dos ossos temporal, parietal, e esfenóide.  <b>LAMBDA</b> - Ponto de encontro entre as suturas sagital e lambdoide.  <B>MASTOIDAL</B> - Pontos mais inferiores das apófises mastóides.  <B>NASION</B> - Ponto sagital da sutura fronto-nasal.  <b>OPISTION</B> - Ponto mais posterior do contorno do forame magno.  <b>OPISTOCRANEO</b> - Ponto no plano sagital mais distante da glabela. Eventualmente é necessário definir o ponto médio entre vários pontos. Pode coincidir com o INION.
Também chamado metalâmbda.
 <b>ORBITAL</B> - Ponto mais baixo da órbita.  <b>ORAL</b> - Ponto palatino sagital no plano coronal tangente às faces palatinas dos incisivos centrais superiores.  <B>PORION</B> - Pontos superiores externos dos meatos acústicos externos.  <B>POGONIO</B> - Ponto sagital mandibular mais anterior. Na posição horizontal de Frankfurt.  <B>PROSTION</B> - Ponto mais anterior da sutura intermaxilar. Corresponde à extremidade mais anterior e inferior do septo interalveolar.
O PROSTION DENTALE é o ponto médio entre as partes superiores dos colos anatômicos vestibulares dos incisivos centrais superiores.  <B>PTERION</B> - Pontos médios das suturas esfeno-parietais.  <B>RINION</B> - Ponto mais anterior da sutura inter-nasal.  <B>SUBNASAL</B> - Projeção sagital do ponto mais baixo da abertura piriforme.
Também chamado subespinhale por alguns autores.  <B>VERTEX</B> - Ponto sagital mais superior do crânio. Posição horizontal de Frankfurt.
Pontos craniométricos são pontos anatômicos utilizados como referência para craniometria.
Classificam-se em pontos pares e ímpares. Os ímpares situam-se no plano sagital.

Cálculos em Antropologia

 

Trigonometria
  Cálculo de Ângulos informando os Lados do Triângulo
Útil para o cálculo do ângulo de Rivet
  Cálculo de Ângulos e Lados de um Triângulo a partir de 2 Lados e 1 Ângulo
Útil para conferência de ângulos como Cloquet
  Cálculo de Lados e Ângulos informando as Coordenadas Tridimensionais dos Vértices
Utilizado juntamente com a mesa tridimensional simplificada de Malthus
Trajeto de Projetil de Arma de Fogo por Projeções
  Cálculo Tridimensional de Trajeto de Projetil de Arma de Fogo por Coordenadas Cartesianas
  Utilizado juntamente com a mesa tridimensional angular de Malthus
  Cálculo Tridimensional de Trajeto de Projetil de Arma de Fogo por Coordenadas Polares
  Utilizado juntamente com a mesa tridimensional simplificada de Malthus

Osteometria

  Estatura a Partir dos Ossos Longos
  Trotter & Glesser, Pearson, Topinard e Krogman
  Estatura a partir de segmentos da coluna vertebral
  Olivier
  Craniometria
  20 classificações cranianas / índices
  Cinturas
  Cinturas escapular e pélvica

Outros

  Cronotanatognose
  Fórmula de Luis Renato da Silveira Costa - ES
  Cronotanatognose - Gráfico
  Construir gráfico de cronotanatognose

www.malthus.com.br 1996 - 2008  



Cálculos em Antropologia == Conversão de medidas ==

Conversão de medidas
Temperatura

DE PARA  

oC

oF

Multiplicar por 9/5 & adicionar 32

oF

oC

Subtrair 32 e Multiplicar por 5/9

oF

oR

Adicionar 459.67

oR

oF

Subtrair 459.67 

oC

oK

Adicionar 273.15

oK

oC

Subtrair 273.15

 

Pressão

DE  PARA MULTIPLICAR POR
Atmosfera Polegada de Mercúrio
(a 0o C)
29.92
Atmosfera kg/cm2 1.0333
Atmosfera PSI 14.7
Bar PSI 14.504
Bar KPA 100.00
Polegada de Mercúrio
(a 0o C)
Atmosfera 0.03342
Polegada de Mercúrio
(a 0o C)
PSI 0.4912
Polegada de água
(a 4o C)
PSI 0.03613
kg/cm2 Atmosfera 0.9678
kg/cm2 PSI 14.22
KPA PSI 0.14504
KPA Bar 0.01
MPA PSI 145.04
Nt/mm2 PSI 145.04
PSI Atmosfera 0.06804
PSI Bars 0.06895
PSI Polegada de Mercúrio
(a 0 *C)
2.03583
PSI Polegada de água (a 4 *C) 27.6778
PSI kg/cm2 0.07032
PSI KPA 6.895
PSI MPA 0.006895
PSI Nt/mm2 0.006895
PSI Torr 51.71
Torr PSI 0.01934
Millibar Polegada de água 0.4014388

 

Pressão

DE PARA  
 
PSIA PSIG subtrair14.7 PSI
PSIG PSIA adicionar 14.7 PSI

 

Fluxo

DE PARA  MULTIPLICAR POR
lb/hr kg/hr 0.4536
kg/hr lb/hr 2.204
galão/min(US) litro/min 3.7848
litro/min galão/min(US) 0.2642
galão/min(US) kg/hr(água a 4o C) 227.00
kg/hr(água a 4o C) galão/min(US) 0.0044
ft3/min m3/min 0.0283163
m3/min ft3/min 35.3152

 

Comprimento, Área, Volume

DE PARA MULTIPLICAR POR
polegada centimetro 2.540
feet metro 0.3048
centimeter polegada 0.3937
meter pés 3.2808
square inch centímetro quadrado 6.4516
square feet metro quadrado 0.0929
square centimeter polegada quadrada 0.1550
square meter pés quadrado 10.764
cubic inch centímetro cúbico 16.3871
cubic inch litro 0.016387
cubic feet metro cúbico 0.028317
galão
(US)
centímetro cúbico 3785.00
gallon
(US)
litro 3.785
centímetro cúbico polegada cúbica 0.06102
litro polegada cúbica 61.02
cubic meter pés cúbicos 35.315
centímetro cúbico galão
(US)
0.0002642
litro galão
(US)
0.2642
galão
(imperial)
galão
(US)
1.2
galão
(US)
galão
(imperial)
0.83333
galão
(imperial)
litro 4.546
litro galão
(imperial)
0.22

 

Massa, Densidade, Volume Específico

DE PARA MULTIPLICAR POR
lb kg 0.453592
kg lb 2.20462
lb/ft3 kg/m3 16.0185
kg/m3 lb/ft3 0.0624280
ft3/lb m3/kg 0.0624280
m3/kg ft3/lb 16.0185

 

Force, Torque

DE PARA MULTIPLICAR POR
lb Nt 4.44882
Nt lb 0.224809
ft-lb kg-metro 0.1383
kg-metro ft-lb 7.233
ft-lb Nt-metro 1.3558
Nt-metro ft-lb 0.7376

Cálculos em Antropologia == Cálculo balístico ==

Cálculo balístico
clique aqui para calcular
Cálculos em Antropologia == Cálculo de ângulos do triângulo a partir dos lados ==

Cálculo de ângulos do triângulo a partir dos lados
No caso de calcular o ângulo de RIVET, násio-básio-próstio, o perito obtem facilmente as medidas entre os três pontos e calcula o ângulo.
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Cálculos em Antropologia == Cálculo do triângulo a partir de 2 lados e 1 âng. ==

Cálculo do triângulo a partir de 2 lados e 1 âng.
Em algumas situações o perito dispões apenas da medida de dois lados e do ângulo formado entre os mesmos.
Basta aplicar a lei dos cosenos.
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Cálculos em Antropologia == Cálculo triângulo pelas coordenadas tridimensionais ==

Cálculo triângulo pelas coordenadas tridimensionais
No caso de calcular um triângulo a partir de suas coordenadas tridimensionais, basta a utilização do teorema de pitágoras e fórmulas trigonométricas, calculando-se a dimensão dos lados e os ângulos entre os mesmos.
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Cálculos em Antropologia == Cálculo do trajeto de PAF pelas coordenadas tridimensionais ==

Cálculo do trajeto de PAF pelas coordenadas tridimensionais
Cálculo de trajeto de projetil de arma de fogo a partir das coordenadas tridimensionais de dois pontos distintos do trajeto.

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Cálculos em Antropologia == Cálculo do trajeto de PAF por coordenadas polares ==

Cálculo do trajeto de PAF por coordenadas polares
Cálculo de trajeto de projetil de arma de fogo a partir das coordenadas polares de dois pontos distintos do trajeto.

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Cálculos em Antropologia == Fórmulas ==

Fórmulas
  • Fórmulas trigonométricas utilizáveis em cálculos antropométricos

    • Diretas
      • Seno
      • Cosseno
      • Tangente
    • Inversas
      • Cossecante
      • Secante
      • Cotangente





























































Redução ao 1º Quadrante

90° -a 90° +a 180° -a 180° +a 270° -a 270° +a -a
sen a cos a cos a sen a - sen a - cos a - cos a - sen a
cos a sen a - sen a - cos a - cos a - sen a sen a cos a
tg a cotg a - cotg a - tg a tg a cotg a - cotg a - tg a
cotg a tg a - tg a - cotg a cotg a tg a - tg a - cotg a



Identificação
Identificação humana

Identificação == Implantes e colecistectomia ==

Implantes e colecistectomia

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 Cadáver carbonizado  Fêmur carbonizado     Dentes calcinados.                                      Grampo de colecistectomia prévia  Grampo de colecistectomia prévia
Identificação por implantes dentários e por grampo de colecistectomia laparoscópica.
Identificação == Radiográfica ==

Radiográfica
.

Identificação == Radiográfica ==

Caso 1

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 Radiografia periapical obtida da ossada
Região de molares inferiores direitos evidenciando perda, muito provavelmente post-mortem, dos dentes 47 e 48.
Observe que as formas alveolares e conseqüentemente das raízes perdidas estão evidentes.  Radiografia periapical do suspeito obtida intra-vitae e encaminhada ao IML pelo Cirurgião Dentista <b> que cumpriu seu papel arquivando os exames complementares</b> no <b>prontuário odontológico</b>.  Identificação positiva propiciada pela comparação computadorizada. Uma única radiografia intra-vitae como a comparada ao lado é suficiente para esta afirmação.
Entretando, o processo de identificação prossegue com a radiografia contralateral.
As radiografia obtida intra-vitae foi obtida há mais de dois anos antes da época do desaparecimento.  Radiografia obtida da ossada exibindo a região de molares inferiores esquerdos evidenciando perda, muito provavelmente post-mortem do dente 47.
Observe que a forma alveolar e conseqüentemente das raízes perdidas estão evidentes.
A rizogênese incompleta do dente 48 permitiu a estimativa da idade, coerente com a idade do desaparecido, à epoca do desaparecimento.  Radiografia do suspeito obtida intra-vitae e encaminhada ao IML pelo Cirurgião Dentista que <b>cumpriu seu papel arquivando os exames complementares</b> no <b>prontuário odontológico</b>. Parabéns ao CD.  Confirmação da Identificação positiva pela comparação computadorizada da radiografia periapical.
Observe as peculiaridades da imagem de radiodensidade metálica. Na verdade são duas restaurações cujas imagens se superpuseram, uma oclusal e outra vestibular.
Observe o número de cúspides do molar incluso.
O intervalo de tempo entre a radiografia intra-vitae e a época da morte calculada é compatível com a erupção ocorrida.  Odontograma da ossada.

<img src="http://www.ibemol.com.br/iml/identirx/vermelho.jpg" width="30" height="10" border="1"> Vermelho - Restauração em amálgama de prata
<img src="http://www.ibemol.com.br/iml/identirx/amarelo.jpg" width="30" height="10" border="1"> Amarelo - Elemento dentário presente.
<img src="http://www.ibemol.com.br/iml/identirx/verde.jpg" width="30" height="10" border="1"> Verde - Elemento dentário ausente e respectivo alvéolo com margens agudas e persitência da lâmina alveolar cribiforme.
<img src="http://www.ibemol.com.br/iml/identirx/cinza.jpg" width="30" height="10" border="1"> Cinza<strong> </strong>- Elementos dentários e respectivos alvéolos indisponíveis ao exame.  Odontograma confeccionado a partir do Prontuário Odontológico, das radiografias intra-vitae periapicais; e dos seios da face.

<img src="http://www.ibemol.com.br/iml/identirx/vermelho.jpg" width="30" height="10" border="1"> 
      Vermelho - vide legenda anterior.
<img src="http://www.ibemol.com.br/iml/identirx/amarelo.jpg" width="30" height="10" border="1"> Amarelo - vide legenda anterior.
<img src="http://www.ibemol.com.br/iml/identirx/amarelo_cl.jpg" width="30" height="10" border="1"> Amarelo Claro - Elemento dentário presente visualizado em rx de seios da face.
<img src="http://www.ibemol.com.br/iml/identirx/cinza.jpg" width="30" height="10" border="1"> Cinza - vide legenda anterior.
<img src="http://www.ibemol.com.br/iml/identirx/azul.jpg" width="30" height="10" border="1"> Azul - Região com radiografias obtidas em vida com radiografias periapicais disponíveis.
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Identificação == Radiográfica ==

Caso 2.

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 Crânio após ter sido limpo pelos peritos  Elemento devidamente fixado no manequim.  Película radiográfica posicionada sobre o elemento e fixada com cera  Radiografia fornecida pela família  Radiografia feita pelos peritos no manequim.

Notar o grande número de coincidências com a radiografia fornecida pela família.
André Barbosa e outros

       Este trabalho busca mostrar a importância do Cirurgião-Dentista manter o histórico dos trabalhos de seus pacientes, pois com a evolução e a divulgação do Código de Defesa do Consumidor a população se tornou mais consciente. Mantendo bem armazenado o seu prontuário odontológico o profissional poderá defender-se de possíveis ações cíveis e criminais.

       Na área criminal uma autoridade pode necessitar da ajuda do Cirurgião-Dentista para utilizar as informações contidas em seus prontuários e em suas radiografias, como forma de identificar um corpo que esteja esqueletizado, carbonizado ou decomposto e que dificilmente seria reconhecido por seus parentes. Ver trabalho na íntegra.
Identificação == Radiográfica ==

Seios da Face

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 Radiografia da calvária, um dos poucos ossos disponíveis ao exame pericial.
O osso frontal estava fraturado com perda de substância da tábua vestibular na região dos seios frontais, expondo-os. Por esta razão a imagem obtida dos mesmos foi de  baixa qualidade, porém suficiente para uma identificação.  Radiografia em incidência para seios da face obtida intra-vitae do suspeito e enviada ao Laboratório de Antropologia Forense para confrontação.
Observe a peculiar anatomia dos seios frontais com notável assimetria.
 Ampliação da radiografia obtida da ossada e delineamento computadorizado dos restos dos seios frontais.
O delineamento foi realizado utilizando-se o programa CorelDraw. 
Observe a peculiar anatomia dos seios frontais com notável assimetria.  Ampliação da radiografia obtida intra-vitae e fornecida pela família para confrontação.
Observe a peculiar anatomia dos seios frontais com notável assimetria, delineada em vermelho por computador.
 Resultado final apresentado no laudo de identificação cadavérica do LAF IML LR.
Identificação positiva com margem de segurança de praticamente 100%.
        Caso de identificação positiva com margem de segurança praticamente de 100% por intermédio da comparação radiográfica dos seios da face.
        O jovem moço havia desaparecido em um rio próximo à Brasília durante uma enchente súbita.
        Aproximadamente seis meses após, cerca de dez quilômetros rio abaixo da região do desaparecimento, pescadores encontraram alguns restos ósseos que julgaram serem humanos.
        Encaminhados ao Laboratorio de Antropologia Forense do IML/DF, a consulta ao banco de dados revelou a possibilidade de tratar-se do jovem desaparecido há meio ano.
        Consultando o banco dos desaparecidos percebemos que havia uma radiografia de crânio exibindo os seios da face com uma forma bastante peculiar.
        Um dos óssos enviados ao laboratório era o osso frontal, parcialmente destruído, mas preservando a anatomia do seio frontal.
        Trabalharam neste caso Dr. Aluisio Trindade, Dr. Malthus Galvão e Dr. Ricardo Nogueira, coordenados pelo Dr. José Eduardo da Silva Reis.

Identificação == Chip eletrônico ==

Chip eletrônico

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 Microchip para implantação subcutânea.
É composto de um capacitor (condensador), uma bobina indutora e um micro-chip que já vem gravado de fábrica com um número de série.
Todos estes componentes encontram-se hermeticamente inseridos em uma cápsula de vidro  Tamanho do chip para implantação subcutânea  Aplicador do chip e respectiva leitora eletrônica.  Colocação do micro-chip de identificação subcutaneamente em um cão através do aplicador especial.<BR>
O micro-chip passa pelo lúmem da agulha.

Identificação == Fotográfica ==

Fotográfica

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 O crânio é posicionado utilizando o craniostato LAF IML DF, observando-se os três planos básicos: sagital, coronal e horizontal, de acordo com a imagem fotográfica a ser confrontada.
Para tanto utiliza-se os recursos de superposição computadorizada em tempo real LAF IML DF.  A Fotografia a ser confrontada é ampliada, mantendo-se as proporções através de sistema específico desenvolvido no LAF IML DF. Geralmente, as imagens obtidas são de baixa resolução. Entretanto, prestam-se para contribuir no processo de identificação.  As formas e posições dentárias (despreza-se o tamanho absoluto), são delineados no computador utilizando-se programas que trabalham em camadas.  Os contornos dentários são superpostos à imagem intra-vitae para ilustração do laudo.A mixagem direta no computador é mais didática, porém torna pouco prática sua utilização nos laudos, apesar de permitida  por lei.

Identificação == Por Objetos ==

Por Objetos

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 	Peças de vestuário, calçados, óculos, tubo tipo "pasta de dente", moedas, cinto e outros encontrados junto à um cadáver semi-carbonizado.  	Brinco encontrado entre os restos de um cadáver ignorado severamente carbonizado.  	Brinco e miçanga metálica de latão encontrados entre os restos de um cadáver ignorado carbonizado.
	Atualmente os brincos não são tão indicativos do sexo feminino.  	Relógio encontrado entre os restos de um cadáver ignorado carbonizado.
	O ponteiro dos minutos estava solto de suas engrenagens, entretanto, o ponteiro das horas ainda marcava o momento do crime, que ocorreu dentro de um porta-malas de um veículo que foi incendiado: por volta das seis ou dezoito horas.
	Caso o relógio marcasse o dia, seria possível distinguir se manhã ou tarde.
	Naturalmente, seria o horário que o relógio marcava no momento, e este poderia estar marcando uma hora errada!
        É comum o encontro de objetos pessoais junto a cadáveres ignorados.
        Estes objetos servem para o reconhecimento dos cadáveres e devem ser tratados com restrição, pois existe sempre a possibilidade de troca, empréstimos, ou mesmo, de tentativa de simulação de identidade.
Identificação == Marca de Mordida ==

Marca de Mordida
VER LESÕES PRODUZIDAS POR MORDIDAS



AUTORES:
*CALDAS, José Carlos F. G1; PASCHINI, Renata C2; BELMONTE, Luiz Netto3; SPADÁCIO, Célio4; DARUGE, Eduardo5.


RESUMO

O Instituto de Criminalística, lotado no município de Santo André, é subordinado à Superintendência da Polícia Técnico-Científica e que é diretamente ligada à Secretaria de Segurança Pública (SSP) do estado de São Paulo. Neste setor são efetuadas perícias criminais diversas como: acidente de trânsito, homicídio, suicídio, roubo, furto, receptação de veículos, estupro, entre outras, por solicitação da autoridade policial da região. Os peritos integrantes das equipes devem ter formação universitária, sendo que no caso relatado o perito é cirurgião-dentista e utilizou seus conhecimentos e técnicas em Odontologia Legal para realização dos trabalhos. O caso descrito refere-se a elucidação de um delito através de um bombom mordido deixado no local do crime. Com a reprodução das impressões dentais do chocolate foi realizada uma análise comparativa com os dentes do suspeito.

Ver trabalho na íntegra
Identificação == Tatuagens ==

Tatuagens

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       Tatuagem em face anterior de braço esquerdo.
Inscrições do nome do cadáver.
Óbito de PAF.  Tatuagem em face anterior de antebraço esquerdo.
Óbito de PAF.  Tatuagem em face lateral de braço direito.
Óbito de PAF.  Tatuagem em faces dorsais de dedos, com a inscrição "DEUS".
Óbito de PAF.      Tatuagem em presidiário.
Portador de fratura maxilo-mandibular e Pseudoartroses mandibulares.  Tatuagem em face lateral esquerda de tronco.
Tatuagens são desenhos, inscrições, produzidos voluntariamente na pele, pela inclusão subdérmica de pigmentos variados como o nanquim.

Geralmente expressam uma mensagem grupal, religiosa, amorosa, dentre outras.

Tatuagem é um termo também utilizado em balística, produzido pela impregnação de resíduos incombustos de pólvora na derme.
Identificação == Perícia de Local de Crime - Dente ==

Perícia de Local de Crime - Dente

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Ao realizar uma perícia de local o Perito Criminal Cássio Thione e sua equipe da PCDF perceberam a presença de um elemento dentário em uma mancha de sangue no alfalto.
O elemento dentário foi enviado ao Laboratório de Odontologia Legal do IML/DF para análise.
Constatou-se tratar-se de um pré-molar inferior direito com apecificação completa e sem procedimentos restauradores.
Diversas características permitiram estabelecer alguns parâmetros para uma identificação genérica do indivíduo envolvido na ocorrência.
Estes dados poderiam ser confrontados com suspeitos posteriormente.
Identificação == Perícia de Local de Crime - Prótese ==

Perícia de Local de Crime - Prótese

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        Fragmentos de Prótese parcial removível encontradas em local de crime.
Identificação == Perícias Alveolares ==

Perícias Alveolares

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 Efeitos de um provável abcesso crônico periapical no alvéolo do dente 14.  À direita: alvéolos com margens afiladas e  persistência da lâmina cribiforme alveolar, indicando perda dentária provavelmente Pós-mortem. À esquerda: remodelação óssea alveolar completa significando perda dentária bem antes da morte.  Destruição óssea alveolar causada por periodontite crônica. Os incisivos centrais podem ter sido perdidos após a morte.  Início da formação óssea em tufos na face distal do alvéolo do dente 31. Perda da nitidez da lâmina alveolar cribiforme do alvéolo do dente 41. Margens afiladas e lâmina cribiforme sem alterações no 32 e 42.  22 - Remodelação óssea avançada. 23 - Início da formação óssea no alvéolo do dente 23. 24 - Alvéolo sem alterações.  Início da formação óssea na região alveolar do dente 23.  Aspecto de coral em uma fase final de remodelação do alvéolo do dente 37, significando perda dentária intra-vitae.  Remodelação óssea alveolar em sua fase final, significando perda dentária intra-vitae.  Remodelação e reabsorção alveolar completa, significando perda dentária ocorrida bem antes da morte. Canal incisivo bífido. Destruição post-mortem da tuberosidade esquerda.  Efeitos de um provável cisto periapical crônico com epicentro no ápice do dente 12 e envolvendo também o ápice do dente 11- a lesão óssea é revestida por uma cortical. Observe o canal incisivo.  Alvéolos completamente carbonizados e parcialmente destruídos guardam as formas radiculares e indicam que as perdas dentárias ocorreram provavelmente post-mortem.  Imagem radiográfica de extração dentária recente. Pré-existia intensa destruição óssea por periodontite crônica.  Imagem radiográfica de extração recente com início de formação óssea. Pré-existia destruição óssea alveolar prévia.  Fratura transalveolar provavelmente post-mortem pois não há, macroscopicamente infiltração sangüínea nas bordas ósseas. Íntima relação anatômica entre a raiz mesial do 48 e o canal mandibular (parestesia pós operatória).  Fratura transalveolar provavelmente post-mortem pois não há, macroscopicamente infiltração sangüínea nas bordas ósseas.
        A perícia alveolar é uma das mais importantes na odontologia legal, pois os dentes, constantemente são perdidos, remanescendo apenas os alvéolos.
        Estes trazem muitas informações importantes sobre os dentes perdidos como número, posição, tempo da perda dentária, eventuais estados patológicos dentre outros.
Identificação == Fraturas antigas ==

Fraturas antigas
Fraturas osseas antigas são importante dado da história médica para fins de identificação.

Identificação == Fraturas antigas ==

Fraturas de ossos longos

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 Fratura femural e tibial consolidadas, com osteossíntese.  Fratura tibial consolidada, com haste intramedular e parafuso.  Fratura femural diafisária consolidada, com parafuso.  Fratura femural diafisária consolidada, com parafuso.  Fratura femural diafisária consolidada.  Fratura femural diafisária consolidada.
Fraturas de ossos longos permitem identificação precisa por confronto radiográfico.
O tempo de evolução da consolidação também é muito importante.
Identificação == Fraturas antigas ==

Fraturas mandibulares

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 Fratura condilar consolidada.  Fratura condilar consolidada com deformidade.  Fratura de sínfise consolidada com osteossíntese.  Assimetria condilar por fraturas consolidadas.  Fraturas condilares e de sínfise madibular consolidadas.  Fraturas condilares e de sínfise madibular consolidadas.  Fratura de sínfise consolidada com osteossíntese.  Fraturas condilares e de sínfise consolidadas.  Fratura de sínfise consolidada com osteossíntese.  Fraturas de sínfise consolidadas com osteossíntese.
Identificação por fraturas condilares e de sífise mandibular com osteossíntese.

Identificação == Exumação de feto: aborto clandestino ==

Exumação de feto: aborto clandestino

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 Feto exumado.  Feto exumado.  Feto exumado.  Feto exumado.  Feto exumado.  Feto exumado.   Feto   Feto   Feto
Feto exumado.
Identificação == Implantes ==

Implantes

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Identificação por implantes osteointegrados.
Identificação == Assimetria craniana ==

Assimetria craniana

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 Assimetria craniana.  Assimetria craniana.  Assimetria craniana.

Identificação == Identificação por apicectomia ==

Identificação por apicectomia

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Presença de apicectomia no incisivo central superior esquerdo, que possibilitou, associado a outros elementos, a identifição.
Identificação == Carbonizado ==

Carbonizado
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Identificação == Carbonizado ==

Carbonizado 1

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Perícia realizada na Faculdade de Odontologia de Piracicaba pela Equipe da Odontologia Legal, coordenada pelo Prof. Daruge.
A filmagem foi realizada pelo Prof. Malthus.

Desinserção do músculo pterigoideo
Análise da prótese removível parcialmente carbonizada
Introdução - Apresentação do caso
Análise da estrutura dentária carbonizada

Identificação == Carbonizado ==

Carbonizado 2

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        Seqüência de perícia em carbonizado realizada pelo Prof. Malthus no IML/DF
Identificação == Carbonizado ==

Carbonizado 3

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 Crânio parcialmente carbonizado evidenciando os orifício causados por projetis de arma de fogo.Assimetria da abertura piriforme e desvio da linha média dentária superior e inferior.Crânio em posição anatômica e raio principal de visada ao nível do Plano de Frankfurt.Posicionamento obtido por intermédio do Craniostato LAF IML LR.  Detalhe ampliado da fotografia do indivíduo a ser confrontado com a ossada.A investigação policial evidenciou fortes indícios de que a ossada correspondia a este indivíduo.A identificação judicial tradicional (dactiloscopia) ficou prejudicada em função da carbonização.  Detalhe da ampliação anterior submetida à uma rotação plana, que não interfere nas proporções da imagem.  Imagem da arcada dentária obtida em inclinação similar à fotografia a ser confrontada.
Posicionamento realizado por intermédio do Craniostato LAF IML DF, auxiliado pelo sistema de superposição computadorizada em tempo real LAF IML DF  Mapeamento inicial das formas e posições dentárias (despreza-se o tamanho absoluto) por delineamento computadorizado utilizando-se programas que trabalham em camadas.  Mapeamento computadorizado em azul das formas e posições dos dentes inferiores.  Marcação computadorizada dos longos eixos dentários.
A finalidade destas marcações é permitir mensurações angular, além de oferecer clareza ao leigo (Autoridades Solicitantes).  Após os delineamentos computadorizados, compara-se, principalmente o leigo, com maior facilidade as semelhanças peculiares entre a ossada e a imagem obtidas intra-vitae.
Neste caso, apenas esta comparação estabelece positivamente a identificação.
Existem outros elementos.   Comparação do odontograma da ossada e da pessoa desaparecida.
A simples comparação das restaurações não resultariam  uma identificação positiva absoluta em função da alta freqüência das mesmas em nossa população.
Portanto, o <b>prontuário odontológico</b> deve, na medida do possível, <b>incluir fotografias</b> das arcadas dentárias.
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DNA
Clique aqui para visualizar a palestra do PROF. WAGNER BARROSO - UNB 07/2004.(Power Point)
Cronotanatognose


Cálculo do tempo da morte






Construção de gráfico demonstrativo







Cronotanatognose == Gráfico da Cronotanatognose ==

Gráfico da Cronotanatognose
clique aqui para construir o gráfico
Cronotanatognose == Cálculo da Cronotanatognose ==

Cálculo da Cronotanatognose
clique aqui para calcular
Cronotanatognose == Cronotanatognose pelo osso inumado ==

Cronotanatognose pelo osso inumado
Cronotanatognose pelo aspecto do osso inumado
Observações Tempo de morte
Ossos recobertos de mofo 2 a 4 anos
Canal medular enegrecido 6 a 8 anos
Ausência de cartilagens e ligamentos mais de 5 anos
Desaparecimento das graxas dos ossos 5 a 10 anos
Canal medular branco como a superfície mais de 10 anos
Persistência de restos de polpa dentária Até 14 anos
Desaparecimento completo da polpa 16 a 20 anos
Desaparecimento dos canais de Havers mais de 20 anos
Osso quebradiço, frágil, superfície porosa mais de 50 anos

Cronotanatognose pelas legiões de insetos
N Legião
dipteros, tachinidios anthomidas
tachinidios
coleopteros, lepidopteros
dipteros, coleopteros
dipteros, coleopteros
acaridae
coleopteros lepidopteros
coleopteros


Cronotanatognose == Entomologia Forense ==

Entomologia Forense

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 Cadáver com cerca de 48 a 72 horas do óbito.  Predileção das Moscas Domésticas pelas regiões peri-orificiais para a ovoposição.  Larvas, logo após a eclosão.<BR>
Protrusão lingual empurrando a prótese total inferior.  Larvas, sob a camada queratínica da pele descolada.
Estudo dos insetos e respectivas larvas necrofágicas.
Possibilidade de cronotanatognose.



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